sexta-feira, 18 de maio de 2012
“Em alto-mar” mistura talento do autor Wilbur Smith com realidade da pirataria do século 21
Com muito suspense e ritmo frenético inspirado nos filmes de ação, o novo romance do autor campeão de vendas parte de um sequestro em alto-mar que leva a uma perseguição implacável a tenebrosos piratas somalis.
A Planeta do Brasil lança neste mês mais um título do campeão de vendas Wilbur Smith, um dos mais populares escritores de romances de contexto histórico e político da atualidade. Três palavras definem a extasiante trama de Em alto-mar (Planeta, 400 págs., R$ 49,90): sequestro, tortura e resgate.
Hazel Bannock é a herdeira da Bannock Oil Corporation, uma das maiores indústrias petrolíferas de alcance multinacional. Durante um cruzeiro pelo Oceano Índico, o iate particular de Hazel é sequestrado por piratas somalis. Hazel não está a bordo no momento, mas sua filha de apenas 19 anos, Cayla, é levada e mantida em cativeiro pelos sequestradores.
Os piratas exigem U$ 20 bilhões como resgate, e um cenário político e diplomático bastante complexo impede que as autoridades oficiais intervenham no dramático caso envolvendo a rica família Bannock.
Quando Hazel recebe provas das terríveis torturas a que a filha está sendo submetida, ela entra em desespero. Decide pedir ajuda a Hector Cross, proprietário e operador da Cross Bow Security, companhia contratada pela Bannock Oil para cuidar da segurança de toda a empresa. Além disso, e principalmente, ele é muito bom de briga.
A partir daí, Hazel e Hector partem para fazer justiça com as próprias mãos, em uma história de fôlego, com ritmo, violência, tensão e reviravoltas, no estilo dos melhores filmes de ação.
Mas não é cinema, e sim uma nova e eletrizante história do autor best-seller Wilbur Smith, que sabe como poucos contar uma boa história de ação e suspense sob contextos políticos e históricos conturbados (neste caso, a assustadora e frequente ação dos piratas somalis na costa africana, em pleno século 21).
sexta-feira, 11 de maio de 2012
“Tóquio cidade ocupada” transporta leitor a investigação no caótico Japão do pós-guerra
Um romance violento e saborosamente sombrio que nos transporta ao Japão ocupado após a Segunda Guerra Mundial. Em um clima parecido com o do clássico filme Rashomon, de Akira Kurosawa, Tóquio cidade ocupada (Planeta, 320 págs., R$ 39,90) conta uma história atroz de envenenamento em massa – baseada em evento real -, suas consequências e os horrores ocultos durante a guerra que levaram ao crime.
Em 26 de janeiro de 1948, um homem que se identifica como oficial de saúde pública chega a um banco em Tóquio.
Explica que um surto de disenteria havia se espalhado pela vizinhança e que ele fora designado pelas autoridades da Ocupação para tratar de todos que pudessem ter sido expostos à doença. Logo depois de tomarem o remédio, doze trabalhadores estão mortos, e quatro inconscientes. O “oficial” desaparece.
A narrativa é feita pelos doze mortos, em diferentes perspectivas. É na voz deles que o leitor conhece os insanos depoimentos de um dos detetives do caso, as cartas desesperadas de um invasor norte-americano e o testemunho de um sobrevivente traumatizado.
Tóquio cidade ocupada faz com que o leitor mergulhe em uma época extrema, com uma narrativa brilhantemente idiossincrática, expressiva e encantadora. É um trabalho de ficção extremamente detalhista em sua reconstituição histórica. E, exatamente por isso, assombrosamente audacioso, de um escritor único, David Peace, autor também de Tóquio ano zero, lançado pela Planeta em 2011.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Cultura Inglesa e Célia Helena abrem no dia 21 ciclo de leituras dramáticas de peças britânicas inéditas
Dirigidas por Francisco Medeiros, as leituras ocorrerão uma vez por mês com a participação de atores consagrados, além de professores e alunos do Célia Helena.
A história do maior desastre econômico mundial dos últimos anos é tema da peça “Enron” (Lucy Prebble) que abre às 17 horas do próximo dia 21 o ciclo de leituras dramáticas de textos britânicos inéditos, promovido pela Cultura Inglesa e a Escola Superior de Artes Célia Helena. No elenco estão Plínio Soares, Dinah Feldman, Laerte Mello, Edu Guimarães, Mariana Marteletto, Daniela Theller, Felipe Schermann, André Blumenstein, Elisa Porto, entre outros. A tradução é de Rodrigo Haddad.
“A intenção deste ciclo é mostrar o que se produz agora no Reino Unido”, conta Laerte Mello, curador da mostra ao lado de Francisco Medeiros, que responde pela direção das leituras. Todos os textos selecionados foram escritos a partir de 2000. “São obras que falam do ser humano universal. Apesar de localizadas na Grã-Bretanha, são histórias de pessoas que podiam viver em qualquer lugar do mundo”, observa Francisco Medeiros.
As peças serão lidas em português uma vez por mês, sempre aos sábados, a partir das 17 horas, na Escola Superior de Artes Célia Helena, na avenida São Gabriel, 462, no Itaim Bibi, telefone 3078-1445. A entrada é franca. As leituras contarão com atores de renome, professores e alunos dos cursos de teatro daquela instituição. Mais informações pelo site www.culturainglesasp.com.br. Para conhecer esta e outra programação da escola, basta seguir a Cultura Inglesa pelas redes sociais: Twitter e Facebook.
"O lamento do violino", um romance psicológico de tirar o fôlego do argentino Gabriel Rolón
Faz pouco menos de um ano que Pablo Rouviot, um renomado psicanalista de Buenos Aires, terminou uma turbulenta história de amor. Desde então, transformou-se em um homem taciturno e solitário, mas ainda dono de um charme irresistível e de estratégias psicológicas que o ajudam a obter o que quer – quase sempre. Esse é o protagonista de O lamento do violino (304 p., R$ 39,90), romance policial com toques psicanalíticos que Planeta lança neste mês de abril.
A saga investigativa de Rouviot, ou Loiro - apelido usado por seus amigos mais íntimos –, tem início quando Paula, uma jovem de 27 anos, chega ao seu consultório e lhe revela um caso bastante particular: o corpo de seu pai, um poderoso empresário, fora encontrado dentro de uma vala em um descampado próximo à sua casa. E seu irmão Javier, que sofre de vários problemas psicológicos, é acusado pelo crime.
Paula precisa de ajuda para provar que o irmão é inimputável, ou seja, incapaz de compreender a gravidade de seus próprios atos. Antes de aceitar o caso, Pablo decide fazer por conta própria algumas investigações. E, aos poucos, vai decifrando uma trama sinistra em que nada é o que parece ser.
Médicos, policiais, advogados e amantes se mesclam em um cenário nebuloso, pano de fundo para uma história familiar carregada de violência e de zonas obscuras. O dia-a-dia do psicólogo se transforma em um pesadelo em que somente uma obsessão o moverá: chegar à verdade, por mais dolorosa que ela seja.
O lamento do violino, primeiro romance do também psicanalista Gabriel Rolón, é um thriller psicológico que busca levar um pouco de luz aos umbrais das relações humanas. E o autor faz isso com competência, sem perder de vista duas características que tornam o livro vibrante: sua pulsação cinematográfica e um ritmo vertiginoso de romance policial, realmente de tirar o fôlego.
terça-feira, 20 de março de 2012
Editora Planeta lança "Por dentro do Priorado de Sião", de Robert Howells
Pela primeira vez na história, fontes internas do Priorado de Sião, a organização secreta localizada no Sul da França e tornada famosa no best-seller O código Da Vinci, compartilharam alguns de seus segredos mais bem-guardados com o autor Robert Howells, no livro Por dentro do Priorado de Sião (Editora Planeta, 368 páginas, R$ 49,90). O exemplo mais chocante seria a prova de que Jesus Cristo teria se casado e tido filhos com Maria Madalena, criando assim uma linhagem sagrada.
Estudioso das ciências ocultas, de sociedades secretas e de temas voltados ao esoterismo há quase 20 anos, o autor inglês Robert Howells teve acesso a entrevistas exclusivas com membros da misteriosa organização, e também a fontes históricas e esculturas da velha igreja de Rennes-le-Château, na França. A partir dessa pesquisa, ele expõe no livro provas da existência de um fluxo subterrâneo de conhecimento secreto, acessível apenas aos adeptos daquela sociedade ao longo da história.
A existência do Priorado só veio ser conhecida em 1956 por decisão de seus próprios membros, embora eles nunca assumam ter participado dele. Na década de 1980, chegou a ser declarado uma fraude. Mas a sociedade continuou a florescer, e o aparente segredo que ela guardava – a linhagem sagrada – foi e continua sendo apenas uma faceta do que são os antigos guardiões.
Em seu livro, Howell se concentra nas informações recebidas diretamente do Priorado de Sião, e tenta criar uma imagem coesa de quem são os membros desse grupo, o que alegam ser e, mais importante, o que alegam possuir.
Bastante informativa e didática, a obra, divida em quatro partes, analisa os dados fornecidos pelo Priorado, o que esclarece uma vasta e diversificada gama de campos esotéricos, desde a estranha história de Rennes-le-Château até os grandes mistérios do cristianismo, da alquimia e do apocalipse.
Estudioso das ciências ocultas, de sociedades secretas e de temas voltados ao esoterismo há quase 20 anos, o autor inglês Robert Howells teve acesso a entrevistas exclusivas com membros da misteriosa organização, e também a fontes históricas e esculturas da velha igreja de Rennes-le-Château, na França. A partir dessa pesquisa, ele expõe no livro provas da existência de um fluxo subterrâneo de conhecimento secreto, acessível apenas aos adeptos daquela sociedade ao longo da história.
A existência do Priorado só veio ser conhecida em 1956 por decisão de seus próprios membros, embora eles nunca assumam ter participado dele. Na década de 1980, chegou a ser declarado uma fraude. Mas a sociedade continuou a florescer, e o aparente segredo que ela guardava – a linhagem sagrada – foi e continua sendo apenas uma faceta do que são os antigos guardiões.
Em seu livro, Howell se concentra nas informações recebidas diretamente do Priorado de Sião, e tenta criar uma imagem coesa de quem são os membros desse grupo, o que alegam ser e, mais importante, o que alegam possuir.
Bastante informativa e didática, a obra, divida em quatro partes, analisa os dados fornecidos pelo Priorado, o que esclarece uma vasta e diversificada gama de campos esotéricos, desde a estranha história de Rennes-le-Château até os grandes mistérios do cristianismo, da alquimia e do apocalipse.
terça-feira, 13 de março de 2012
Dahl para adultos
Autor consagrado por clássicos infantis como A Fantástica Fábrica de Chocolate e Matilda, Dahl também escreveu para adultos. Três de seus contos podem ser vistos no palco do Espaço Cultura Inglesa-Mooca, com entrada gratuita.
O galês Roald Dahl sempre fez sucesso entre as crianças. Várias de suas histórias foram adaptadas para o cinema, como A Fantástica Fábrica de Chocolate, dirigido por Tim Burton, com Johnny Deep; Matilda, de Danny DeVito, que revelou Mara Wilson; The Witches, traduzido no Brasil como Convenção das Bruxas; e a animação James e o Pêssego Gigante.
Mas poucos sabem que o autor também escreveu para o público adulto. E uma coletânea de seus contos foi transformada em um espetáculo teatral, em cartaz no Espaço Cultura Inglesa-Mooca até o dia 1º de abril.
O espetáculo Contos do Inesperado é uma adaptação de três contos que mostram como as pessoas aparentemente comuns podem agir de modo imprevisto. O humo negro característico de Dahl garante boas risadas e surpresas. No elenco estão Bruno Caetano, Maju Martins, Mariana Leme, além do próprio diretor da montagem, Victor Mühlethaler.
Serviço
Contos do Inesperado pode ser visto EM PORTUGUÊS no Espaço Cultura Inglesa-Mooca (Rua do Oratório, 232) até dia 1º de abril, com sessões aos sábados (18h30) e domingos (17h30). Classificação etária: 16 anos. Duração: 60 minutos. Grátis. Saiba sobre esta e outras atrações da Cultura Inglesa através das nossas redes sociais: Twitter e Facebook.
Mais informações pelo telefone 11- 2605-8186.
O galês Roald Dahl sempre fez sucesso entre as crianças. Várias de suas histórias foram adaptadas para o cinema, como A Fantástica Fábrica de Chocolate, dirigido por Tim Burton, com Johnny Deep; Matilda, de Danny DeVito, que revelou Mara Wilson; The Witches, traduzido no Brasil como Convenção das Bruxas; e a animação James e o Pêssego Gigante.
Mas poucos sabem que o autor também escreveu para o público adulto. E uma coletânea de seus contos foi transformada em um espetáculo teatral, em cartaz no Espaço Cultura Inglesa-Mooca até o dia 1º de abril.
O espetáculo Contos do Inesperado é uma adaptação de três contos que mostram como as pessoas aparentemente comuns podem agir de modo imprevisto. O humo negro característico de Dahl garante boas risadas e surpresas. No elenco estão Bruno Caetano, Maju Martins, Mariana Leme, além do próprio diretor da montagem, Victor Mühlethaler.
Serviço
Contos do Inesperado pode ser visto EM PORTUGUÊS no Espaço Cultura Inglesa-Mooca (Rua do Oratório, 232) até dia 1º de abril, com sessões aos sábados (18h30) e domingos (17h30). Classificação etária: 16 anos. Duração: 60 minutos. Grátis. Saiba sobre esta e outras atrações da Cultura Inglesa através das nossas redes sociais: Twitter e Facebook.
Mais informações pelo telefone 11- 2605-8186.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Claudia Matarazzo autografa nova edição do livro "Etiqueta sem frescura", da Editora Planeta
Sessão de autógrafos acontece no próximo dia 10 (sábado) na Praça de Eventos do Balneário Camboriú Shopping, a partir das 17h
Depois do lançamento em São Paulo no último dia 6, a jornalista e escritora Claudia Matarazzo autografa a edição atualizada e ampliada do livro Etiqueta sem frescura, originalmente publicado em 1992, na Praça de Eventos do Balneário Camboriú Shopping, no dia 10 de março (sábado), a partir das 17h.
A nova edição de Etiqueta sem frescura publicada pela Editora Planeta (304 páginas, 34,90) conta com um capítulo inteiro dedicado a receitas da culinária italiana, testadas e aprovadas por Claudia na casa de seus familiares e em jantares feitos para receber amigos. Muitas delas também foram aperfeiçoadas em viagens de Claudia à região da Toscana, na Itália.
Mas a grande novidade do livro são as dicas sobre “netiqueta” – apelido dado pela autora à etiqueta em tempos de celulares, smartphones, redes sociais, tablets e outras ferramentas do mundo atual. Em meio a esse turbilhão virtual, a autora recomenda um tempo de reflexão.
De acordo com Claudia, é necessária uma pausa para se reconectar com os próprios desejos e prazeres, o que pode parecer difícil para os mais jovens, que já cresceram sentindo em ritmo frenético. Mas ela reitera que vale a pena desacelerar, ainda que só um pouquinho.
Leia mais
Depois do lançamento em São Paulo no último dia 6, a jornalista e escritora Claudia Matarazzo autografa a edição atualizada e ampliada do livro Etiqueta sem frescura, originalmente publicado em 1992, na Praça de Eventos do Balneário Camboriú Shopping, no dia 10 de março (sábado), a partir das 17h.
A nova edição de Etiqueta sem frescura publicada pela Editora Planeta (304 páginas, 34,90) conta com um capítulo inteiro dedicado a receitas da culinária italiana, testadas e aprovadas por Claudia na casa de seus familiares e em jantares feitos para receber amigos. Muitas delas também foram aperfeiçoadas em viagens de Claudia à região da Toscana, na Itália.
Mas a grande novidade do livro são as dicas sobre “netiqueta” – apelido dado pela autora à etiqueta em tempos de celulares, smartphones, redes sociais, tablets e outras ferramentas do mundo atual. Em meio a esse turbilhão virtual, a autora recomenda um tempo de reflexão.
De acordo com Claudia, é necessária uma pausa para se reconectar com os próprios desejos e prazeres, o que pode parecer difícil para os mais jovens, que já cresceram sentindo em ritmo frenético. Mas ela reitera que vale a pena desacelerar, ainda que só um pouquinho.
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terça-feira, 6 de março de 2012
Musical infantil em inglês, “The Tempest”, em novo horário no teatro Cultura Inglesa Pinheiros: aos sábados às 11h
Com 26 atores/bailarinos, o espetáculo “The Tempest - A Musical for Kids” encenda em inglês, com vocabulário adaptado, obra derradeira de William Shakespeare, no Teatro Cultura Inglesa-Pinheiros. A entrada é franca.
Sob direção de Albano Sargaço, o Grupo de Teatro Cultura Inglesa apresenta a partir de 10 de março o espetáculo “The Tempest – A Musical for Kids” (“A Tempestade – Um Musical para Crianças”), versão musical da última obra de William Shakespeare, interpretada em inglês com vocabulário adaptado para a compreensão de crianças a partir dos sete anos. A peça conta a história do duque Próspero que, ao ser traído e expulso de Milão, vai parar numa ilha misteriosa, onde entra em contato com seres mitológicos e adquire poderes mágicos. Robert Michel Kairalla, Rodolpho Whitman e Íris Kuntz entre outros integram o elenco de 26 atores, que cantam e dançam ao som de hits de Michael Jackson, Lady Gaga, Myrus Cyrus e Glee.
“The Tempest – A Musical for Kids” será apresentado de 10 de março a 5 de maio no Teatro Cultura Inglesa-Pinheiros, rua Deputado Lacerda Franco, 333, Pinheiros. A entrada é franca. Sessões: aos sábados, às 11 horas. O teatro possui 173 lugares, ar-condicionado, lanchonete, acesso a portadores de necessidades especiais e estacionamento (R$ 10,00). Duração: 55 minutos. Idade: 7 anos. Informações pelo telefone 3814-0100 e pelo site.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
“Ivan e os Cachorros” estreia em 03 de março no Teatro Cultura Inglesa Pinheiros
Escrita pela consagrada autora britânica Hattie Naylor, a peça foi produzida para o 15º Cultura Inglesa Festival.
Sob direção de Fernando Villar, o Teatro Cultura Inglesa-Pinheiros estreia em 03 de março “Ivan e os Cachorros”, espetáculo interpretado pelo ator Eduardo Mosrri, que narra a história real de Ivan Mishukov. Ambientada na Rússia pós-comunista dos anos 90, traz ao palco a história de um menino que dos quatro aos seis anos viveu nas ruas de Moscou tendo como única companhia uma matilha de cães, com a qual batalhou sua sobrevivência até ser recolhido a um orfanato.
A montagem brasileira foi encenada pela primeira vez no 15º Cultura Inglesa Festival, com a presença da autora Hattie Naylor, em 2011. Escrita originalmente para o rádio, a peça foi apresentada em primeira mão pela BBC 4 em novembro de 2009 e conquistou o Tinniswood Radio Drama Award. No ano seguinte, foi encenada no Drum Theatre Plymouth e no Soho Theatre, e indicada para o Lawrence Olivier Award da Sociedade Londrina de Teatro. Ganhou também uma versão norte-americana que estreou em Nova York.
“Ivan e os Cachorros” será apresentada de 3 de março a 1º de abril no Teatro Cultura Inglesa-Pinheiros, na rua Deputado Lacerda Franco 333, Pinheiros, 3814-0100. Sessões: sábados e domingos às 20h30.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Duração: 70 minutos. Idade: 14 anos. O teatro possui 173 lugares, ar-condicionado, lanchonete, acesso a portadores de necessidades especiais e estacionamento (R$ 10,00). Para conhecer esta e outra programação da escola, basta seguir a Cultura Inglesa pelas redes sociais: Twitter e Facebook.
Planeta lança infantis "Xii! Meu corpo está crescendo" e "Hunf! Quero, quero... porque quero!", de Graciela Repún
São dois divertidos lançamentos da Planeta Infantil. No primeiro, a menina Sol apresenta as suas dúvidas, comuns a todas as crianças quando começam a prestar mais atenção nas pessoas e nas situações do seu cotidiano. O segundo narra a história de Carla, uma garota birrenta que sempre grita e esperneia até conseguir o que deseja.
Sol é uma garota muito especial e observadora que mora com a mãe, a avó e um peixinho dourado. Sempre disposta a fazer novas descobertas, Sol é personagem do livro Xii! Meu corpo está crescendo (Planeta Infantil, 24 páginas, R$ 24,90), escrito pela argentina Graciela Repún, com ilustrações de Viviana Garófoli.
Às vezes Sol se sente diferente, tem muitas dúvidas e sofre por isso. Como no dia em que foi com sua turma da escolinha conhecer o Museu de Ciências Naturais acompanhada pela avó, porque a mãe trabalhava fora. Os amiguinhos acharam a vovó de Sol muito velhinha e começaram a fazer perguntas para ela sobre dinossauros, D. Pedro I e Pedro Álvares Cabral, entre outras.
Sem entender direito, ela pergunta: “Vó, é verdade que a senhora é muito velhinha? Sempre foi velhinha e eu nunca percebi?”. A vovó então explica que ela também já tinha sido criança e jovem, mas que quando era pequena os dinossauros já não existiam mais. Para entender melhor a passagem do tempo, Sol olha um álbum de fotos e se vê desde bebê em várias idades e tamanhos.
Durante passeio no parque com a vovó, ela encontra os gêmeos Lucas e Leonardo, que parecem tão iguais, mas têm sardas e são diferentes. Observando seus amigos, ela vê como Júlio é alto, Paulo é loiro, Marina é baixa, Bruno é gordinho, Carla é magrinha e Manuel tem cabelos cacheados. Então, pensa: “Que bom que todos nós temos corpos diferentes! Se não fosse assim, o mundo seria uma confusão!” Com a ajuda da avó, tenta descobrir qual é o mais bonito. A senhora explica que, pelo fato de todos serem boas crianças, todos são bonitos.
À noite, em sua cama, a menina se pergunta por que existem crianças que riem do Felipe por causa do formato de seus olhos, ou do Bruno por ser gordinho. “Elas não percebem que somos todos iguais, mesmo sendo diferentes? Elas não sabem que deveriam prestar atenção naquilo que realmente importa?”.
Hunf! Quero, quero... porque quero!Quem vê Carla toda tranquila indo para a escola em um lindo dia não tem ideia do que poderá acontecer em seguida. “Em breve vão se formar nuvens no céu e o tempo vai ficar muito feio. A tempestade se aproxima”. Assim, a premiada escritora argentina autora Graciela Repún define o estado de espírito da garota que não sabe ouvir um não sem fazer a maior confusão, incomodando todos os que estão ao seu lado.
No livro Hunf! Quero, quero... porque quero! (Planeta Infantil, 24 páginas, R$ 24,90), Carla é uma menina como tantas outras, mas quando fica irritada por não ser atendida ela se sente muito diferente. Até mesmo as tonalidades de seu rosto mudam, conforme os graus de nervosismo, como um arco-íris. Como no dia em que seu rosto ficou verde, ao enfrentar a recusa de um colega que não lhe entregou o violão. Ele bem que tentou conciliar, mas a menina explodiu em prantos, até receber o instrumento que exigia.
Carla ficou feliz e calma até que a revolta se voltou contra a mãe, que, no supermercado, não lhe deu as bolachas pedidas. Carla abriu a boca e o show começou. Ficou estirada no chão, berrando, exigindo o doce. Todos que estavam no local olhavam espantados. Sua mãe, sem ter escolhas, saiu correndo do supermercado levando-a o mais rápido que pôde para casa. No caminho para casa, já esquecida da irritação, ela começou a cantar.
Outro escândalo ocorreu no parque. Quando o avô chamou para ir embora, ela não queria descer do balanço. Seu rosto ficou branco, vermelho, azul, verde e amarelo. A cena se repetiu no cinema, ao lado do pai, quando queria mais pipocas e balas. Chorou tanto que as lágrimas molharam todas as crianças ao seu lado, que começaram a chorar também. Ninguém conseguia ouvir o filme. Como se não tivesse nada com isso, pediu silêncio porque estava gostando do filme.
Mas tudo mudou quando seus coleguinhas e sua família resolveram espernear e gritar antes e mais forte do que ela. A garota não entendeu o que estava acontecendo e perguntou a si mesma? “O que houve com todo mundo? Não entendo! Por uma besteira, fazem um estardalhaço tão grande!”.
Xii! Meu corpo está crescendo
Hunf! Quero, quero... porque quero!
Autor: Graciela Repún
Editora: Planeta / selo Planeta Infantil
terça-feira, 31 de maio de 2011
Terminam amanhã (1/06) inscrições para Concurso de Contos
O vencedor do 12° Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães terá este ano, além do prêmio de R$ 5 mil, uma viagem de dez dias a Santiago de Compostela, na Espanha. O premiado poderá estudar durante este período na Universidade de Compostela. Primeiro e segundo colocados serão anunciados no dia 22 de agosto, na abertura da 14ª Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo. O segundo colocado receberá R$ 3 mil.
O Concurso de Contos Josué Guimarães coincide, nesta edição, com os 30 anos da Jornada Nacional de Passo Fundo e com o 90° aniversário do autor que dá nome ao prêmio. Josué Guimarães foi escritor e jornalista e incentivou a criação de um evento literário de grande porte na cidade de Passo Fundo – as Jornadas. Em 1988, à época de sua morte, teve seu nome emprestado para nomear a Jornada Literária daquele ano.
Além da 3ª Jornada Nacional de Literatura Josué Guimarães, ele vem sendo homenageado bienalmente com o Concurso de Contos, esta ação de incentivo à produção literária, desde 1988. “Josué acreditou em nossa proposta de formação de leitores e fez os primeiros contatos com renomados escritores nacionais para a participação na primeira edição. Se não fosse ele, dificilmente conseguiríamos começar com o brilho de autores como Armindo Trevisan, Carlos Nejar, Moacyr Scliar, Sérgio Capparelli e Deonísio Silva, além do poeta Mario Quintana, homenageado especial”, conta Tânia Rösing, idealizadora e coordenadora das Jornadas Literárias.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Vagas para Professores
Com objetivo de atender à demanda de alunos para cursos de férias e regulares, a Cultura Inglesa realiza processo seletivo para cerca de 50 vagas em 23 de suas unidades em São Paulo e Santa Catarina. Os interessados podem enviar currículo para o e-mail eduardo.alencar@culturainglesasp.com.br, colocando no título “cv_prof”. O processo é composto de cinco etapas eliminatórias: análise curricular, testes de proficiência da língua, dinâmicas de grupo, treinamento de 80 horas durante duas semanas e uma entrevista individual.
O professor contratado terá acesso a bolsas integrais para cursos de inglês avançado, além de possibilidade de obter certificações internacionais como ICELT e DELTA, concedidos pela Universidade de Cambridge, sem contar as chances de participar de congressos nacionais e internacionais. Como professor da Cultura Inglesa, seu contrato será regido pela CLT e terá ainda benefícios como convênio médico e odontológico, seguro de vida e plano de previdência privada, além de abono salarial e vale alimentação.
Com 75 anos de história, a Cultura Inglesa se consolidou como um centro de intercâmbio cultural entre os países Britânicos e o Brasil. Seu corpo docente é formado por profissionais em constante aperfeiçoamento e capacitação promovidos pela própria instituição. A escola oferece um ambiente com oportunidades efetivas de aprendizado e conhecimento, infraestrutura e recursos tecnológicos de ponta. Além de salas equipadas com quadros interativos, as unidades da Cultura Inglesa contam com Multimedia Centre e os seus alunos têm acesso ao e-Campus, ambiente virtual com mais de três mil atividades, onde podem praticar o que aprenderam em sala. Mais informações sobre o processo seletivo em Cultura Inglesa.com.br
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