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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Inglês ao alcance dos pequenos



WordWorld é um mundo no qual as palavras ganham formas e as crianças, mesmo as mais pequeninas, aprendem inglês enquanto brincam. Na TV, a série faz muito sucesso entre meninos e meninas de 2 a 5 anos e, no Brasil, é exibida pelo Discovery Kids.

Os pequenos fãs de WordWorld têm ainda a possibilidade de acompanhar seus personagens pelos livros da série. Trazido ao Brasil pela Editora Planeta, o WordWorld terá o terceiro e o quarto títulos publicados agora no mês de julho: Duck e Sheep brincam de espiões (Planeta Junior, 24 pp., R$ 19,90) e Meu Livro de Atividades (Planeta Junior, 24 pp., R$ 16,90). Leia matéria completa 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Literatura das periferias terá espaço na Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo


O rapper Emicida e o poeta Sérgio Vaz discutirão, ao lado do mexicano Alejandro Reyes, o tema “A leitura das ruas”


A produção cultural das periferias ganhou notoriedade e conquistou espaços importantes na cena literária brasileira. Um dos sinais da relevância desse fenômeno social é o espaço que ele ganhou até na mídia tradicional, sempre apontada por levar ao público apenas o mainstream. O rapper Emicida e o poeta paulista Sérgio Vaz são grandes expoentes desse movimento.

Junto com o jornalista mexicano Alejandro Reyes, Emicida e Sérgio Vaz participam do último palco de debates da Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo. Intitulado “A leitura das ruas”, o encontro está marcado para as 14h do dia 31 de agosto.

Emicida é considerado uma das revelações do hip hop brasileiro. É dele a música Triunfo cujo clipe no Youtube recebeu mais de 4 milhões de visualizações. Atualmente, ele é repórter do programa Manos e Minas veiculado pela TV Cultura.

Sérgio tem seis livros editados: Subindo a ladeira mora a noite, A margem do vento, Pensamentos vadios, A poesia dos deuses inferiores, Colecionador de Pedras e Literatura, Pão e Poesia. À frente da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia), transformou bares em centros culturais, com a realização de saraus que reúnem em torno de 300 pessoas para ouvir e falar poesia.

Outro projeto do Poeta da Periferia que merece destaque é o Poesia contra a violência que percorre escolas da periferia incentivando a leitura e a criação poética como instrumento de arte e cidadania.

No Brasil desde 1995, o mexicano Alexandro Reyes é jornalista e escritor. É mestre em Estudos Latino-Americanos e colabora com meios de comunicação alternativos, nos quais escreve sobre movimentos sociais no México, EUA e Brasil. Participou do Movimento Literário Baiano e publicou três livros: Vidas de rua, Contos mexicanos e A rainha do Cine Roma, finalista do prêmio Leya 2008. Leia release completo

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Da telinha para as livrarias




WordWorld, série televisiva que ensina inglês aos pequenos, é transformada em livros. O lançamento no Brasil é da Editora Planeta

Em uma animada fazenda, cheia de fantasia e onde tudo pode acontecer, vivem seis amigos: Duck, Dog, Pig, Bear, Sheep e Frog. Juntos, os personagens mergulham nas mais divertidas histórias para ensinar inglês aos pequeninos dos quatro cantos do mundo. Esse é o universo da série WordWorld que, no Brasil, é exibida pelo canal Discovery Kids.

Agora, com os livros da série, os brasileirinhos que acompanham o WordWorld pela TV poderão aprender inglês.. Responsável pela chegada dos livros ao mercado Brasileiro, a Editora Planeta prevê o lançamento de cinco títulos ainda em 2013. Os dois primeiros saem neste mês de junho: Os piggies vão para a lua (Planeta Junior, 24 pp., R$ 19,90) e Meu Livro de Atividades (Planeta Junior, 24 pp., R$ 16,90).

Em Os piggies vão para a lua, as coisas andam difíceis para o sapo Frog. Ele tem que cuidar de um grupo de porquinhos levados ao mesmo tempo em que projeta o seu foguete. Os porquinhos sapecas conseguem despistar Frog e viajam sozinhos para a Lua. Frog não tem alternativa: embarca em uma aventura espacial atrás dos pequenos porquinhos. Esses danados vão aprontar muito pelo universo e a criançada vai acompanhar essa incrível aventura.

No Meu Livro de Atividades, crianças vão poder colorir, fazer caça-palavras, descobrir rimas e muitas outras atividades divertidíssimas. Leia release completo

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Dia da criança: Um bom momento para se pensar na saúde garotada


Atenção para a coqueluche, doença controlada até os anos 90 e que começa a provocar mortes, sobretudo entre bebês menores de um ano.

A ampliação das campanhas de vacinação é apontada como uma das causas da queda de 73% da mortalidade infantil no Brasil em apenas duas décadas. Destaque do relatório da Unicef, a taxa brasileira caiu de 58 para 16 por mil nascidos vivos entre 1990 e 2011.
 O Dia da Criança é uma boa oportunidade para refletir sobre esses resultados. “Muitos pais se preocupam em dar a seus filhos presentes caros e se esquecem de que o melhor presente é propiciar uma vida saudável à criança”, diz a pediatra Lucia Bricks, diretora de Saúde Pública da Sanofi Pasteur, a divisão vacinas do grupo Sanofi.
 O médico Renato Kfouri, presidente da SBIm – Associação Brasileira de Imunizações, argumenta que hoje a vacinação não é uma exclusividade da criança. “Adolescentes, adultos, gestantes, idosos e viajantes também têm programas de imunização específicos para eles. Toda a família passa a ser o alvo da prevenção”, pondera. Uma das doenças que demanda a vacinação da família para a proteção da saúde dos bebês é a coqueluche.
Controlada nos anos 90, a popular “tosse comprida” está crescendo em vários países do mundo, principalmente entre adolescentes, jovens e adultos, que contagiam as crianças, principalmente os bebês menores de um ano, fase em que o esquema vacinal está incompleto. Estudos publicados no Pediatric Infectious Diseases, em 2004 e 2007, demonstraram que mais de 75% dos recém-nascidos com coqueluche foram infectados por alguém próximo.
 As principais fontes de transmissão foram as mães (33%), os irmãos (19%), os avós (8%) e outros (7%). “Por isso, além de vacinar as crianças a partir dos dois meses de idade, é preciso administrar as doses de reforço tanto para as crianças, como para adolescentes e adultos, principalmente os que têm contato frequente com crianças pequenas”, explica Renato Kfouri.
 A SBIm recomenda a vacinação de reforço contra coqueluche para adolescentes a partir dos 11 anos, assim como para adultos, incluindo os idosos, pois a coqueluche afeta pessoas de qualquer idade. Leia mais

terça-feira, 5 de junho de 2012

Crianças da creche Baroneza de Limeira vão aprender inglês


Cultura Inglesa amplia ações sociais e inicia, em agosto, curso de inglês gratuito para 150 crianças de 5 anos de idade As crianças da creche Baroneza de Limeira, localizada no bairro do Planalto Paulista, zona Sul da Cidade de São Paulo, vivem dias de expectativa. O motivo é mais do que especial: a partir de agosto, 150 delas passarão a ter, duas vezes por semana, aulas de inglês com professores da Cultura Inglesa, associação sem fins lucrativos e maior rede de escolas não-franqueadas do País.

Com mais de 65 mil alunos, 30 unidades no Estado de São Paulo e quatro em Santa Catarina, a rede acaba de fechar mais esta parceria que se soma às demais ações sociais que já desenvolve: Meninos do Morumbi, Vida - Casa de Apoio (Granja Viana), Bate Lata (Campinas), Projeto Girassol (Franca), Secretaria Estadual de Educação (Formação Contínua de professores de inglês) e Secretaria Municipal de Educação de São José dos Campos. Na creche, as aulas serão para crianças de 5 anos de idade e vão acontecer durante um ano.

“Nossa missão, além de oferecer inglês de qualidade, é estimular a criatividade desse público e dar oportunidade para um futuro melhor”, afirma Lizika Goldchleger, gerente acadêmica da Cultura Inglesa. “Essa valorosa parceria tem tudo para dar certo. Temos a esperança de que se estenda por muitos anos. Vamos proporcionar melhor qualidade de vida às nossas crianças e elevar a auto-estima das mesmas”, completa Maria Isabel F. Alves de Lima, presidente da creche. Siga a Cultura Inglesa pelas redes sociais – Twitter e Facebook – e fique por dentro dos demais projetos sociais desenvolvidos pela instituição.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Em Campos do Jordão, crianças descobrem o cinema


Primeiro Festival Internacional de Cinema de Campos do Jordão, que transformou a cidade na capital da comédia, faz sessões gratuitas para alunos da rede pública

 Pipoca com refrigerante no escurinho do cinema era novidade para 100 crianças de escolas da rede pública que passaram, na manhã desta quarta-feira, dia 2, pela sessão especial do I Festival Internacional de Cinema de Campos do Jordão (Festcom). Nem o frio espantou o entusiasmo dos pequenos que experimentaram a magia do cinema pela primeira vez. E será assim até o fim do festival marcado para o próximo sábado, dia 5. 

Sempre às 11h, alunos das escolas públicas da cidade serão recebidos nas salas especialmente montadas no Convention Center para o Festcom. Toda a programação é gratuita. Nessa primeira sessão, os alunos das escolas públicas de Campos assistiram a uma coletânea de curtas-metragens que fizeram sucesso nos dez anos da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, como a animação Disfarce Explosivo (Mário Galindo, 2000) e a ficção Malazartes vai à feira (Eduardo Goldstein, 2004). O festival começou no dia 27 de abril e, além da mostra de curtas infantis, exibe filmes de comédia em outros três eixos: mostra competitiva, homenagem ao centenário de nascimento de Mazzaropi e aos 50 anos de morte de Marylin Monroe. 

O público é o grande protagonista na mostra competitiva e vai eleger os melhores entre os sete longas-metragens e quinze curtas que fazem parte do festival. Serão distribuídos prêmios de R$ 5 mil para o melhor longa-metragem e de R$ 3 mil para o melhor curta. A programação pode ser consultada pelo site do evento (www.cinemaemcamposdojordao.com.br).

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Planeta lança "Alice", de Lenice Gomes e com ilustrações de Nina Anderson, um livro para encantar as crianças

Com rimas, lenga-lengas, trava-línguas e ilustrações alegres e coloridas, Lenice Gomes lança neste mês de abril o livro Alice (36 págs., R$ 27,90), pelo selo Planeta Infantil.

Alice não é aquela do País das Maravilhas. É “Alice de Doralice, filha de Candice, irmã de Berenice”, que, ao levar um recado para a prima Priscila, se envolve em aventuras com um gato de rabo ruivo, “três tigres tristes”, uma “vaca malhada que foi molhada por outra vaca malhada e molhada”, uma “aranha medonha, num arranha-arranha-aranha” e um galo que canta “o pato pintou a pata da pata e a pata, de pata pintada, pintou a pata do pato”. Mas depois de tanta tagarelice, lenga-lenga e leva-e-traz, Alice desperta e faz uma importante descoberta.

 As palavras dedilhadas, rimadas e lapidadas por Lenice Gomes e as ilustrações psicodélicas de Nina Anderson ganham vida e movimento em cada uma das páginas do livro. Por elas, a personagem central passeia, sempre pedalando a sua bicicleta, que, de tão presente, virou a assinatura do livro. “Alice foi indo, indo, indo. Berenice ficou rindo, rindo, rindo.”

 Alice é construtivismo puro. Encantaria o suíço Jean Piaget, um estudioso da inteligência, que demostrou que as crianças raciocinam segundo estruturas lógicas próprias, muito diferentes da lógica do adulto. Sua teoria acabou por moldar modelos de ensino que preconizam a descoberta e a associação ao invés da repetição e da memorização. Em maior ou menor grau, são práticas adotadas hoje em diversos países do mundo e em muitas escolas brasileiras, em especial na pré-escola e na alfabetização.

 Mas o livro seduz e encanta os leitores, mesmo alguns educadores mais críticos às metodologias construtivistas, já que, com humor e inteligência, estimula a imaginação e a criatividade das crianças, seja na forma, no som ou no ritmo.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Planeta lança infantis "Xii! Meu corpo está crescendo" e "Hunf! Quero, quero... porque quero!", de Graciela Repún


São dois divertidos lançamentos da Planeta Infantil. No primeiro, a menina Sol apresenta as suas dúvidas, comuns a todas as crianças quando começam a prestar mais atenção nas pessoas e nas situações do seu cotidiano. O segundo narra a história de Carla, uma garota birrenta que sempre grita e esperneia até conseguir o que deseja.

Sol é uma garota muito especial e observadora que mora com a mãe, a avó e um peixinho dourado. Sempre disposta a fazer novas descobertas, Sol é personagem do livro Xii! Meu corpo está crescendo (Planeta Infantil, 24 páginas, R$ 24,90), escrito pela argentina Graciela Repún, com ilustrações de Viviana Garófoli.
Às vezes Sol se sente diferente, tem muitas dúvidas e sofre por isso. Como no dia em que foi com sua turma da escolinha conhecer o Museu de Ciências Naturais acompanhada pela avó, porque a mãe trabalhava fora. Os amiguinhos acharam a vovó de Sol muito velhinha e começaram a fazer perguntas para ela sobre dinossauros, D. Pedro I e Pedro Álvares Cabral, entre outras.

Sem entender direito, ela pergunta: “Vó, é verdade que a senhora é muito velhinha? Sempre foi velhinha e eu nunca percebi?”. A vovó então explica que ela também já tinha sido criança e jovem, mas que quando era pequena os dinossauros já não existiam mais. Para entender melhor a passagem do tempo, Sol olha um álbum de fotos e se vê desde bebê em várias idades e tamanhos.

Durante passeio no parque com a vovó, ela encontra os gêmeos Lucas e Leonardo, que parecem tão iguais, mas têm sardas e são diferentes. Observando seus amigos, ela vê como Júlio é alto, Paulo é loiro, Marina é baixa, Bruno é gordinho, Carla é magrinha e Manuel tem cabelos cacheados. Então, pensa: “Que bom que todos nós temos corpos diferentes! Se não fosse assim, o mundo seria uma confusão!” Com a ajuda da avó, tenta descobrir qual é o mais bonito. A senhora explica que, pelo fato de todos serem boas crianças, todos são bonitos.

À noite, em sua cama, a menina se pergunta por que existem crianças que riem do Felipe por causa do formato de seus olhos, ou do Bruno por ser gordinho. “Elas não percebem que somos todos iguais, mesmo sendo diferentes? Elas não sabem que deveriam prestar atenção naquilo que realmente importa?”.

Hunf! Quero, quero... porque quero!
Quem vê Carla toda tranquila indo para a escola em um lindo dia não tem ideia do que poderá acontecer em seguida. “Em breve vão se formar nuvens no céu e o tempo vai ficar muito feio. A tempestade se aproxima”. Assim, a premiada escritora argentina autora Graciela Repún define o estado de espírito da garota que não sabe ouvir um não sem fazer a maior confusão, incomodando todos os que estão ao seu lado.

No livro Hunf! Quero, quero... porque quero! (Planeta Infantil, 24 páginas, R$ 24,90), Carla é uma menina como tantas outras, mas quando fica irritada por não ser atendida ela se sente muito diferente. Até mesmo as tonalidades de seu rosto mudam, conforme os graus de nervosismo, como um arco-íris. Como no dia em que seu rosto ficou verde, ao enfrentar a recusa de um colega que não lhe entregou o violão. Ele bem que tentou conciliar, mas a menina explodiu em prantos, até receber o instrumento que exigia.

Carla ficou feliz e calma até que a revolta se voltou contra a mãe, que, no supermercado, não lhe deu as bolachas pedidas. Carla abriu a boca e o show começou. Ficou estirada no chão, berrando, exigindo o doce. Todos que estavam no local olhavam espantados. Sua mãe, sem ter escolhas, saiu correndo do supermercado levando-a o mais rápido que pôde para casa. No caminho para casa, já esquecida da irritação, ela começou a cantar.

Outro escândalo ocorreu no parque. Quando o avô chamou para ir embora, ela não queria descer do balanço. Seu rosto ficou branco, vermelho, azul, verde e amarelo. A cena se repetiu no cinema, ao lado do pai, quando queria mais pipocas e balas. Chorou tanto que as lágrimas molharam todas as crianças ao seu lado, que começaram a chorar também. Ninguém conseguia ouvir o filme. Como se não tivesse nada com isso, pediu silêncio porque estava gostando do filme.

Mas tudo mudou quando seus coleguinhas e sua família resolveram espernear e gritar antes e mais forte do que ela. A garota não entendeu o que estava acontecendo e perguntou a si mesma? “O que houve com todo mundo? Não entendo! Por uma besteira, fazem um estardalhaço tão grande!”.


Xii! Meu corpo está crescendo
Hunf! Quero, quero... porque quero!
Autor: Graciela Repún
Editora: Planeta / selo Planeta Infantil