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terça-feira, 30 de julho de 2013

Volta ás aulas é uma boa oportunidade para atualizar a vacinação da garotada crianças entre 4 e 6 anos devem receber doses de reforço contra doenças como difteria, tétano, coqueluche e poliomielite

Com o fim das férias de inverno, a criançada volta a frequentar as creches e as escolas – ambientes propícios para a disseminação de doenças transmissíveis porque são fechados e de grande concentração de pessoas. Por isso, os pais podem aproveitar esse período para colocar a carteira de vacinação de seus filhos em dia.

“Não há dúvida sobre a importância do trabalho da escola na educação infantil para o desenvolvimento da criança e a preservação da saúde dos alunos, como o ensino dos cuidados com a higiene e o estímulo à alimentação adequada. Mas, os riscos para as doenças infecciosas em ambientes que recebem os menores de seis anos existem e precisam ser minimizados e, para isso, a vacinação continua sendo o meio mais eficaz”, afirma a médica Isabella Ballalai, da direção da SBIm – Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Leia matéria completa

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Domingo (28) É o dia mundial de luta contra as Hepatites Virais

Num esforço para reduzir a incidência da hepatite B no País, o Ministério da Saúde acaba de ampliar a vacinação para pessoas com até 49 anos.

Silenciosas e de fácil transmissão, as hepatites virais comprometem o desempenho do fígado de centenas de milhões de pessoas no mundo, podendo até levar à insuficiência hepática, cirrose ou câncer. Elas são divididas em seis tipos, nomeados pelas letras de A até G. Apenas os tipos A e B podem ser evitados por vacina. Com o objetivo de conscientizar a população sobre os riscos desta infecção, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, que será celebrado domingo, 28 de julho. Leia matéria completa

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Viaje nessas férias de inverno com saúde


Coqueluche, sarampo e gripe podem ser prevenidas com vacinas. Muitas famílias aproveitam o recesso escolar de julho para passar uma boa temporada de férias fora de casa. Além de definir o roteiro, comprar as passagens e reservar o hotel, é preciso tomar medidas para evitar problemas de saúde durante a viagem. Doenças como gripe, coqueluche, sarampo podem ser prevenidas com vacinas para não estragar as férias.

Hoje o Brasil já possui Centros de Medicina de Viagem, tanto públicos como particulares, nos quais os médicos dão orientações para evitar que as doenças coloquem em risco a saúde do viajante. “As recomendações variam de pessoa a pessoa”, afirma a médica Isabella Ballalai, presidente da seção Rio de Janeiro da SBIm – Sociedade Brasileira de Imunizações. “Além das condições de saúde do paciente, o médico avalia o destino, a duração, o objetivo da viagem, como também as atividades programadas ”, ressalta.

VACINAS

A proteção contra o sarampo é recomendada para quem viaja para qualquer lugar do mundo. Essa doença é prevenida pela vacina tríplice viral, que evita também a rubéola e a caxumba. Embora o Brasil esteja livre do sarampo, o vírus dessa doença ainda circula em países da Europa e da Ásia, como França, Espanha, Alemanha, Polônia e Japão. “Recentemente, uma brasileira de mais de 60 anos passou uma temporada na Itália, contraiu sarampo e só descobriu o problema no Brasil”, contou Isabella Ballalai.

A volta da coqueluche é uma tendência verificada não só no Brasil, mas em países como Estados Unidos, Austrália e Reino Unido. Por isso, deve ser prevenida. “Quem vai viajar para alguns países da Ásia e a África, pode usar a vacina que, além da coqueluche, evita a poliomielite, a difteria e o tétano”, informa a presidente da SBIm do Rio de Janeiro. Leia release completo

quinta-feira, 21 de março de 2013

Chegam ao Brasil as Vacinas da Sanofi Pasteur contra a Gripe com Cepas atualizadas para 2013


Além de proteger a saúde individual, a imunização porque reduz a circulação do vírus na comunidade. Estudo inédito realizado na cidade de São Paulo mostra que a imunização em escolares evitou a propagação da gripe em familiares não-vacinados.

A partir desta semana, as clínicas particulares de vacinação já começam a disponibilizar as vacinas contra a gripe da Sanofi Pasteur, a divisão de vacinas da Sanofi. Como o vírus Influenza sofre mutações todos os anos, a vacina contra a gripe é atualizada anualmente. Por recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), este ano a vacina vai proteger as pessoas contra as cepas A/Califórnia/7/2009 (H1N1) pdm09; Influenza A/Victoria/361/2011 (H3N2) e Influenza B/Wisconsin/1/2010 1. Leia matéria completa

terça-feira, 12 de março de 2013

Termina nesta sexta-feira (15) o prazo para as empresas do Sudeste e Centro-Oeste aderirem á campanha de vacinação contra a Gripe do Sesi


A empresa deve procurar o Sesi do seu estado para participar desta iniciativa.
As indústrias e sindicatos industriais do Sudeste e Centro-Oeste interessadas em vacinar seus funcionários contra a gripe têm até sexta-feira (15) para aderir à campanha de imunização encabeçada pelo Serviço Social da Indústria (SESI). A adesão deve ser feita junto ao departamento regional do SESI de cada estado.
A campanha, que vai imunizar 900 mil trabalhadores de 6 mil empresas e sindicatos industriais de todo o País até junho, é realizada em parceria com a Sanofi Pasteur. Além da aplicação das doses de vacina, as empresas terão orientações sobre a campanha e os efeitos da vacina. Receberão ainda um estudo que avaliará a redução dos casos de absenteísmo por gripe e se houve diminuição de custos por afastamentos pela doença. Leia matéria completa

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Com as enchentes do verão, cresce o perigo da Hepatite A


Com o transbordamento de rios e córregos, água contaminada com esgoto invade casas e carros e aumenta o risco de transmissão do vírus da hepatite A. A vacinação é a melhor forma de se prevenir da doença

Em diversas regiões do País, as enchentes se tornaram um problema crônico, principalmente no verão. A chuva abundante provoca o transbordamento de rios e córregos, levando lama, esgoto e lixo para dentro das casas, estabelecimentos comerciais e carros. Junto com essas impurezas pode estar o vírus da hepatite A, causador de uma inflamação no fígado, cujos sintomas, quando presentes, são: febre, sensação de fraqueza, náuseas, vômitos, falta de apetite seguidos de icterícia (coloração amarelada dos olhos e da pele), urina escura e fezes esbranquiçadas.

A hepatite A ocorre principalmente em locais com problemas de saneamento básico, porque a transmissão resulta da ingestão de líquidos ou alimentos contaminados pelas fezes de uma pessoa doente. “Além da água, o vírus pode contaminar também frutas e verduras”, adverte a médica Edna Strauss, delegada da Sociedade Brasileira de Hepatologia na Associação Médica Brasileira.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Varicela ocorre o ano inteiro e deve ser prevenida por vacina

Considerada erroneamente como benigna, a popular catapora pode causar complicações, que levam a internações, sequelas e até a morte.

A primavera está prestes a terminar, mas o perigo da varicela continua. De acordo com especialistas, a transmissão da popular catapora ocorre o ano inteiro, sinalizando a importância da proteção por vacina.  “Embora mais comum na primavera,  a grande incidência da varicela pode perdurar até janeiro, como ocorreu em vários anos”, informa a médica Isabella Ballalai, presidente da SBIm – Sociedade Brasileira de Imunizações, no Rio de Janeiro.

Causada pelo vírus Varicela zoster, a catapora se alastra com extrema facilidade: pode contaminar mais de 80% das pessoas suscetíveis ou não-vacinadas.  “Uma vez instalado no organismo, esse vírus fica latente nos gânglios nervosos, podendo provocar herpes zoster, o chamado “cobreiro”,  em adultos”, esclarece o médico Aroldo Phromann de Carvalho, Professor Associado de Pediatria da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina)  e membro do Conselho Científico do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Leia matéria completa

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Vacinação também é coisa de adulto


Sociedades médicas indicam as vacinas para os adultos, por meio de calendários
específicos para  homens, mulheres, idosos, categorias  profissionais e viajantes.

Vacina não é sinônimo de infância. Motivos não faltam para se ficar atento à vacinação na idade adulta. Por exemplo, a varicela e a hepatite A  se manifestam de forma mais grave no adulto do que na criança.  Vacinas contra a difteria, tétano, coqueluche e febre amarela demandam doses de reforço ao longo da vida. De acordo com a categoria profissional ou o roteiro de uma viagem, a pessoa pode ficar mais exposta a certas doenças infecto-contagiosas e por isso precisa ser protegida pela imunização.

 Na opinião do médico Renato Kfouri, presidente da SBIm – Sociedade Brasileira de Imunizações, a vacinação é associada às crianças porque as primeiras vacinas que surgiram no mundo evitavam doenças responsáveis por boa parte da mortalidade infantil, como a difteria e a poliomielite. “Com o tempo percebeu-se a necessidade de se proteger o adulto. Hoje há calendários específicos para mulheres (gestantes ou não), homens, idosos, profissionais e viajantes”, afirma o médico. Leia matéria completa

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Nesse feriado prolongado viaje com saúde e segurança


A vacinação é ainda uma das formas mais efetivas para se evitar doenças infecto-contagiosas em viagens.

Nada melhor do que sair de casa para  passar uma temporada de descanso – nem que seja apenas para aproveitar um feriado prolongado. Mas antes de fechar as malas, é importante verificar se há vacinas recomendadas para evitar doenças transmissíveis existentes no local a ser visitado. Mesmo porque hepatite A, febre amarela, sarampo, rubéola e coqueluche são lembranças, que ninguém quer trazer no retorno.

“Além de proteger a própria saúde, o viajante que se vacina pratica um ato de responsabilidade coletiva, porque não está levando para a sua comunidade doenças existentes em outras regiões, estados e até países”, afirma a médica Isabella Ballalai, presidente da SBIm – Associação Brasileira de Imunizações, do Rio de Janeiro.

VACINAS
Manter a carteira de vacinação em dia é de grande valia para quem viaja, porque garante a proteção contra parte das doenças que afetam os viajantes. No entanto, doses de reforço da vacina tríplice viral -  contra sarampo, caxumba e rubéola -  são recomendadas para aqueles que vão a  localidades, onde estão ocorrendo surtos. No ano passado, por exemplo, foram registrados 26 mil casos de sarampo, principalmente na França e Alemanha. Leia matéria completa

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Maternidade de Curitiba vacina cerca de 300 funcionários contra coqueluche para proteger a saúde dos bebês

Além da imunização, ação inclui conscientização de pais,  familiares e cuidadores de bebês. No Paraná, houve 208 casos de coqueluche  no primeiro semestre de 2012 – muito acima dos 148 registrados ao longo de 2011 inteiro .

Uma experiência inédita no Brasil de prevenção à transmissão da coqueluche para  recém-nascidos, realizada pelo Hospital e Maternidade Santa Brígida, em Curitiba, no Paraná, será apresentada nesta sexta-feira pela pediatra Marjorie Feliz no 17º Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica, que acontece até sábado (13),  no Rio de Janeiro.

O  estudo prevê a vacinação contra coqueluche de todos os 600 funcionários da maternidade – entre médicos, enfermeiros, atendentes, recepcionistas, etc –  e a conscientização de pais, familiares e cuidadores dos bebês. “A coqueluche está entre uma das cinco causas de morte preveníveis em menores de cinco anos no mundo, sendo os recém-nascidos os mais suscetíveis e que têm complicações mais graves em casos de ocorrência da doença”, explica a responsável pela pesquisa.

Em conjunto com a equipe do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), a pediatra acompanha desde o início de 2011 os riscos e o aumento de números de casos de coqueluche nos recém-nascidos em Curitiba e região metropolitana. A análise dos números resultou em uma ação diferenciada na prevenção a doença já que as principais fontes de transmissão aos bebês são  as mais próximas. Leia matéria completa

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Sanofi abre as inscrições para o 5º Prêmio Inovação Medical Services - Novos Caminhos em Saúde Pública

Desde 2009, o prêmio já recebeu mais de 700 trabalhos de 24 Estados do País

Estão abertas as inscrições para a 5a edição do Prêmio Inovação Medical Services, iniciativa criada pelo portal Medical Services, da Sanofi, que busca incentivar projetos e ações de médicos, profissionais e acadêmicos da área de saúde que promovam avanços para a saúde pública. Além da inovação e da criatividade, as propostas serão avaliadas pela relevância do tema, a capacidade de modificar uma realidade observada e a sua reprodutibilidade para outros centros de saúde do Brasil, desde hospitais de grande porte da capital aos postos de saúde do interior do País. As inscrições podem ser feitas até 10 de novembro e mais informações sobre o regulamento e a premiação podem ser obtidas no endereço www.medicalservices.com.br.

A premiação se divide em três categorias: “Profissionais de Saúde”, que contempla iniciativas já implementadas e trabalhos em desenvolvimento; “Doutorandos”, para estudantes de cursos da área da saúde; e “Medicina Tropical”.
Desde o seu lançamento, em 2009, o prêmio já recebeu mais de 700 trabalhos, de centenas de cidades do País. São projetos que tratam desde melhorias na gestão dos serviços de saúde, de procedimentos clínicos, programas de capacitação de profissionais, criação de banco de dados e otimização de procedimentos até a criação de programas de atenção aos pacientes. Leia matéria completa

Dia da criança: Um bom momento para se pensar na saúde garotada


Atenção para a coqueluche, doença controlada até os anos 90 e que começa a provocar mortes, sobretudo entre bebês menores de um ano.

A ampliação das campanhas de vacinação é apontada como uma das causas da queda de 73% da mortalidade infantil no Brasil em apenas duas décadas. Destaque do relatório da Unicef, a taxa brasileira caiu de 58 para 16 por mil nascidos vivos entre 1990 e 2011.
 O Dia da Criança é uma boa oportunidade para refletir sobre esses resultados. “Muitos pais se preocupam em dar a seus filhos presentes caros e se esquecem de que o melhor presente é propiciar uma vida saudável à criança”, diz a pediatra Lucia Bricks, diretora de Saúde Pública da Sanofi Pasteur, a divisão vacinas do grupo Sanofi.
 O médico Renato Kfouri, presidente da SBIm – Associação Brasileira de Imunizações, argumenta que hoje a vacinação não é uma exclusividade da criança. “Adolescentes, adultos, gestantes, idosos e viajantes também têm programas de imunização específicos para eles. Toda a família passa a ser o alvo da prevenção”, pondera. Uma das doenças que demanda a vacinação da família para a proteção da saúde dos bebês é a coqueluche.
Controlada nos anos 90, a popular “tosse comprida” está crescendo em vários países do mundo, principalmente entre adolescentes, jovens e adultos, que contagiam as crianças, principalmente os bebês menores de um ano, fase em que o esquema vacinal está incompleto. Estudos publicados no Pediatric Infectious Diseases, em 2004 e 2007, demonstraram que mais de 75% dos recém-nascidos com coqueluche foram infectados por alguém próximo.
 As principais fontes de transmissão foram as mães (33%), os irmãos (19%), os avós (8%) e outros (7%). “Por isso, além de vacinar as crianças a partir dos dois meses de idade, é preciso administrar as doses de reforço tanto para as crianças, como para adolescentes e adultos, principalmente os que têm contato frequente com crianças pequenas”, explica Renato Kfouri.
 A SBIm recomenda a vacinação de reforço contra coqueluche para adolescentes a partir dos 11 anos, assim como para adultos, incluindo os idosos, pois a coqueluche afeta pessoas de qualquer idade. Leia mais

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Terça-Feira, 25, é Dia Latino Americano de Luta Contra a Coqueluche


Em twitcam, presidente da sociedade Latino-Americana de infectologia fala sobre a doença. Veja como participar
Às 16 horas desta terça-feira, 25 de setembro,  Dia Latino-Americano de Luta Contra Coqueluche, a Fundação Pan-Americana de Saúde e Educação (PAHEF, em inglês) vai promover uma twitcam com o pediatra e infectologista José Brea, presidente da Sociedade Latino-Americana de Infectologia Pediátrica.  Na última década, o número de casos de coqueluche na região aumentou 90%, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. No mundo, a doença acomete por ano 16 milhões de pessoas, causando 200 mil mortes no mundo.

Para assistir à twitcam, basta ter uma conexão com a internet e uma conta no twitter. A partir daí, é preciso entrar no twitter  e seguir  @pahef_espanol. Com um clique, é possível  assistir a conferencia ao vivo. 

Quem quiser fazer perguntas e comentários, deve colocar o nome do usuário e  a senha. Ao entrar no fórum, o internauta poderá ver a interação dos demais participantes.  Os tweets serão lidos e respondidos pelo médico José Brea, que é ex-presidente da Sociedade Dominicana de Pediatria e atual  coordenador e professor do Programa de Residência em Pediatria do Centro Médico Universidad Central del Este, Santo Domingo, na República Dominicana. Leia matéria completa




quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Aumento do número de casos de coqueluche no Brasil e no mundo motiva campanha Internacional contra a doença



Dia 25 de setembro será o Dia Latino Americano contra a coqueluche,  que até os anos 90 estavacontrolada, inclusive no Brasil. No entanto, o crescimento da doença tem surpreendido autoridades de saúde em vários países. No Brasil, só em 2012, coqueluche já  atingiu  1.759 pessoas, provocando  39 mortes (a maioria de bebês) e 1.335 internações. Em 2011, foram 2.132casos no País -  quase quatro vezes mais do que em 2010 (594).

Todos os países latino-americanos vão se juntar para mobilizar a população em 25 de setembro contra a coqueluche – doença que todos os anos provoca 16 milhões de casos e 200 mil mortes no mundo. É o Dia Latino-Americano de Luta contra a coqueluche, criado pela PAHEF, sigla em inglês da Fundação Pan-americana para Saúde e Educação. Sob o lema "A coqueluche está de volta. Vacine-se para proteger o seu bebê”, a PAHEF vai promover neste dia várias ações nos países da região, que vão culminar com uma twitcam, a ser transmitida a partir de Washington, às 16 horas (horário de Brasília) com o médico José Brea, presidente da Sociedade Latino-americana de Infectologia Pediátrica. Será a primeira vez que uma campanha desta envergadura sobre coqueluche irá utilizar as redes sociais. Para participar desta conferência via twitter, basta acessar o endereço @pahef_espanol. O internauta poderá tirar suas dúvidas em português sobre a doença. 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Número de adolescentes e adultos infectados por coqueluche pode dobrar em 20 anos caso não sejam imunizados, diz especialista


A afirmação foi feita pela médica norte-americana Tina Q.Tan, baseada em modelos estatísticos, durante o IV Simpósio Internacional de Vacinas, em São Paulo.
Todos os anos a coqueluche atinge 50 milhões de pessoas, provocando 300 mil  mortes no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.  Ao falar sobre as estratégias para a prevenção desta doença, a médica norte-americana Tina Q. Tan, professora da Northestern University Feinbert School of Medicine, em Chicago, advertiu que a proporção de adolescentes e adultos infectados  por coqueluche pode dobrar em 20 anos, caso não sejam imunizados. A previsão é baseada em modelos estatísticos.

“Nos Estados Unidos, o CDC – Centro de Prevenção e Controle de Doenças estima que há entre 800 mil a 3,3 milhões de casos de coqueluche em adolescentes e adultos por ano”, afirma a médica.

“No Brasil, o número de casos de coqueluche nessas faixas etárias é baixo, porém, certamente é substimado”, afirma a médica Lucia Bricks, diretora de Saúde Pública da Sanofi Pasteur, a divisão de vacinas do grupo Sanofi. Leia matéria completa




quinta-feira, 26 de julho de 2012

Na volta às aulas é bom colocar as vacinas das crianças em dia


Coqueluche, varicela e hepatite A são algumas doenças que podem atingir os pequenos e contagiar colegas da escola; proteção por vacina é a melhor forma de se livrar dessas ameaças
Elas já tiveram o recesso de julho para brincar, descansar e passear. Agora, o momento é de voltar a estudar e reencontrar os colegas. Melhor ainda se a carteira de vacinação estiver em dia, uma ação que depende dos pais. Não basta apenas se preocupar se a creche ou a escola onde seu filho estuda tem bons profissionais, boas condições de limpeza e higiene, é preciso mais. Afinal, as crianças são mais suscetíveis a infecções, pois têm o sistema imunológico ainda “imaturo”. A imunização é a melhor forma de proteger os baixinhos.

A coqueluche, também conhecida como “tosse comprida”, e a varicela (catapora), por exemplo, são doenças contagiosas que um único aluno pode facilmente espalhar aos demais colegas. “O prejuízo aumenta quando lembramos que a criança terá de ficar afastada da escola por pelo menos uma semana, se não tiver complicações maiores”, afirma a médica Isabella Ballalai, diretora da SBIm – Sociedade Brasileira de Imunizações. A especialista lembra que as crianças não têm os mesmos hábitos de higiene dos adultos, como lavar as mãos várias vezes ao dia para eliminar o risco de determinados males. “Elas costumam passar horas em salas fechadas, colocam mãos e brinquedos na boca, além da convivência com os coleguinhas durante brincadeiras e atividades. Por isso, o contágio acaba sendo maior”.

Isabella Ballalai destaca a importância de também imunizar as crianças que estão em fase escolar contra hepatite A, sarampo, caxumba, rubéola, meningite e, dependendo da região, febre amarela. “Os pais precisam estar atentos às doses de reforço de determinadas vacinas, como a de coqueluche, que deve ser aplicada entre 15 e 18 meses e 4 e 6 anos. Quando você vacina o seu filho também está contribuindo para a saúde dos outros alunos, que têm contato diário com ele”, acrescenta. Leia matéria completa

terça-feira, 24 de julho de 2012

Coqueluche será tema de Simpósio durante a XIV Jornada Nacional de Imunizações


No dia 3 de agosto, em Salvador, especialistas vão falar sobre a vacinação de adolescentes e adultos contra a doença, que só no primeiro trimestre desse ano registrou 596 casos no País
Doença que somente no primeiro trimestre deste ano registrou 596 casos no Brasil, a coqueluche será tema de um simpósio satélite durante a XIV Jornada Nacional de Imunizações da SBIm – Associação Brasileira de Imunizações –, que acontece na cidade de Salvador (BA), de 1° a 4 de agosto. O evento terá a participação de importantes especialistas da área médica para discutir temas relacionados às vacinas, como produção, conservação, indicações e desenvolvimento de novas substâncias.
O painel sobre a coqueluche, também conhecida como “tosse comprida”, será na tarde do dia 3, das 16h30 às 18h, com o médico epidemiologista José Geraldo Ribeiro, professor de Medicina Preventiva da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, que abordará o tema “Por que vacinar adolescentes e adultos contra pertussis?”, e a pesquisadora científica Daniela Leite, do Instituto Adolfo Lutz, sobre “Como aprimorar o diagnóstico de pertussis?”.
No Brasil, a coqueluche ainda é subnotificada em razão do desconhecimento da doença, da dificuldade de diagnóstico em adolescentes e adultos e da falta de difusão de exames mais sensíveis para a detecção da bactéria Bordetella pertussis, causadora da doença. Mesmo assim, dados parciais dos hospitais ligados ao SUS – Sistema Único de Saúde – revelam o registro de 596 casos de coqueluche no primeiro trimestre deste ano – mais que o dobro detectado no mesmo período em 2011 (217 casos). No ano passado, o Sinan – Sistema de Informação de Agravos de Notificação – confirmou 40 mortes por coqueluche, sendo 39 de crianças com menos de 12 meses. “A alta taxa de letalidade nos bebês, principalmente nas oito primeiras semanas de vida, é muito preocupante. A primeira dose da vacina só pode s er aplicada quando a criança completa dois meses. Estudos mostram que mais de 75% dos recém-nascidos com coqueluche foram infectados por alguém próximo. As principais fontes de transmissão foram as mães, os irmãos e os avós”, diz José Geraldo Ribeiro.
Para proteger o bebê, os especialistas defendem a aplicação da estratégia “cocoon” (casulo, em inglês). Adotada pela Austrália, Áustria, França e Alemanha, ela prevê a imunização de adolescentes e adultos, principalmente os familiares e os profissionais de saúde que convivem com os recém-nascidos e bebês. “Assim, a vacinação formaria uma espécie de casulo de proteção ao redor da criança. Recomendamos também que as futuras mamães se vacinem, pois existe a transferência de anticorpos da mãe para o bebê”, afirma Daniela Leite. Leia matéria completa



Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, em 28 de julho, destaca a importância da vacinação


Cerca de 2 bilhões de pessoas sofrem com esse problema, segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde; a vacina é a melhor forma de se prevenir contra as hepatites A e B
Silenciosas, com alto poder de contágio e, em alguns casos, bem perigosas. Assim são as Hepatites Virais, doenças que podem ser causadas por 6 tipos diferentes de vírus - A, B, C, D, E e G. As duas primeiras podem ser prevenidas por vacinas muito seguras e efetivas, e a prevenção da hepatite B praticamente elimina o risco de hepatite por vírus D. Essas infecções causam inflamação do fígado e acometem cerca de 2 bilhões de pessoas, segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde. Por isso, tem uma data dedicada especialmente a elas: o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, dia 28 de julho.

A hepatite A é transmitida por meio da ingestão de alimento e água contaminados ou de uma pessoa para outra.  Seu impacto depende de vários fatores, como a idade e presença de comorbidades. A infecção é assintomática em cerca de 70% das crianças menores de 5 anos. Acima desta idade, 70% dos infectados têm náuseas, vômitos, mal-estar, falta de apetite, febre e icterícia (pele e olhos amarelados). Portadores dos vírus B e C ou de outras doenças hepáticas crônicas apresentam maiores taxas de complicação.

Até cerca de 10% dos casos de hepatite A demandam internações devido a complicações como mal-estar e desidratação. A doença pode ainda causar a morte por falência do fígado. A letalidade, considerando-se todos os casos, é cerca de 0,3%. Em adultos com mais de 40 anos, a evolução grave é mais comum e o número de óbitos pode chegar a 2%.

A hepatite B é mais perigosa, pois pode se tornar crônica, evoluindo para cirrose ou câncer. Pode ser transmitida da mãe para o filho (no momento do parto) ou por meio de fluídos e secreções corporais – como, por exemplo, contato sexual, agulhas não descartáveis e até compartilhamento de alicates de unha –, a doença é causada por um vírus extremamente resistente, de 50 a 100 vezes mais contagioso do que o da AIDS. A OMS estima que 350 milhões de pessoas infectadas pelo vírus da hepatite B são portadores crônicos da doença – em torno de 5% da população mundial. Dos portadores crônicos adultos, 20% podem desenvolver cirrose e 5% podem evoluir para o câncer hepático. Cerca de 600 mil pessoas morrem anualmente em consequência das formas agudas ou crônicas.

Nem todos que contraem a hepatite B apresentam sintomas, e maioria das crianças infectadas é assintomática. No caso dos adultos, boa parte apresenta sinais de febre, fadiga, perda de apetite, náuseas, dor abdominal, urina escura e icterícia. Leia matéria completa.



sexta-feira, 18 de maio de 2012

Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais coloca em destaque a importância da prevenção




Dos seis tipos conhecidos da doença, apenas os tipos A e B podem ser evitados por vacinas.

Sábado, 19 de maio, é o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais – infecções provocadas por um grupo de vírus comprometem o desempenho do fígado em diferentes graus. Até hoje se conhecem seis tipos de hepatites, denominadas pelas letras A, B, C, D, E e G. Dessas, apenas duas podem ser prevenidas por vacina: A e B.

 A hepatite B é uma das mais perigosas hepatites virais.Com transmissão por meio de fluídos e secreções corporais, é causada por um vírus extremamente resistente, de 50 a 100 vezes mais contagioso do que o da AIDS. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 2 bilhões de pessoas já tenham sido infectadas pelo vírus da hepatite B. Deste total, 350 milhões tornaram-se portadores crônicos da doença – em torno de 5% da população mundial. Dos portadores crônicos adultos, 20% poderão desenvolver cirrose e 5% poderão evoluir para o câncer.

 Por ano, cerca de 600 mil pessoas morrem em consequência das formas agudas ou crônicas.

 Já a hepatite A é transmitida por meio da ingestão de alimento e água contaminados ou de uma pessoa para outra. Seu impacto sobre o corpo depende de vários fatores, como a idade com que o indivíduo contrai a doença. Cerca de 70% das crianças com menos de 5 anos desenvolvem a hepatite sem apresentar sintomas. Acima desta idade, 70% dos infectados têm icterícia, vômitos, náuseas, mal-estar, falta de apetite e febre. Até cerca de 10 % dos casos demandam internações por conta de complicações como mal-estar e desidratação. A doença pode ainda causar a morte por falência do fígado. É a hepatite fulminante que leva à morte 2% de adultos acima de 40 anos.
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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sanofi Pasteur lança campanha nacional de responsabilidade coletiva


A Sanofi Pasteur lança a campanha nacional de responsabilidade coletiva baseada no conceito “Proteja-se por você. Proteja-se por todos”. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância da vacinação para garantir mais do que a própria saúde e segurança, mas também a de quem está ao redor, seja no ambiente do trabalho, nas casas, etc.

Para sensibilizar a população, várias atividades serão desenvolvidas, como uma forte presença nas redes sociais e a distribuição de material informativo para a população. Em São Paulo, por exemplo, uma parceria com a Cooperativa Use Táxi possibilitou que 500 taxistas distribuam folhetos sobre o papel social da vacinação. A campanha, criada por três agências da rede Publicis, é personificada no personagem: Homem Bolha, que vive situações inusitadas e incômodas para mostrar a dificuldade de alguém que precisa viver em uma bolha para se proteger, por não ser vacinado.

No Facebook, os internautas podem acompanhar as peripécias deste personagem em uma webserie disponível no www.facebook.com/responsabilidadecoletiva. Os vídeos dos capítulos da série digital são postados periodicamente na fanpage e podem ser assistidos e compartilhados nas redes sociais. No endereço virtual há tirinhas do cartunista Glauco, que tinham sido criadas pelo cartunista especialmente para uma cartilha da Sanofi Pasteur sobre a gripe.

A fanpage também é um espaço de serviço público com informações como o calendário anual de vacinação. Além do Facebook, a Sanofi Pasteur pretende mobilizar a população contra a gripe por meio de informações disponíveis no portal www.vacinaspasteur.com.br e pelo twitter @ForaGripe, que já acumula em um ano de atividades mais de 1.600 posts e retuítes.

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