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segunda-feira, 9 de maio de 2011
Bortolotto na Abril
Autor do livro “Dj: Canções pra Tocar no Inferno”, editado pela Barcarolla, Mário Bortolotto participa do programa Diálogos Culturais do Meio-Dia, na Editora Abril. O talk-show acontece no dia 18 de maio, com a presença de profissionais da própria Abril.
Pelo projeto já passaram nomes como Nelson Motta, Dan Stulbach, Danuza Leão, Tom Zé, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Meirelles, Mario Vargas Llosa, Laurentino Gomes, Lobão, Jô Soares, Pedro Bial, Walcyr Carrasco, entre outros.
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Lançamento Conjunto
Em seu primeiro livro pela Editora Barcarolla, Mário Bortolotto escolheu o universo musical para compor 25 contos inspirados em canções, que vão de surf-ballads, passando por clássicos do rock mundial, até chegar a pérolas do blues, algumas já anunciadas nos títulos, outras apenas insinuadas em textos mergulhados na cultura Beatnik. Os contos estão recheados de porres homéricos, mulheres, brigas, muito sexo e o humor ácido do escritor. No playlist literário do DJ Bortolotto, clássicos como “Stand By Me”, de autoria de Darrel Mansfield, Jerry Leiber, Mike Stoller e Ben E. King; “Another Sleepless Night”, gravada por Neil Sedaka; “Swing On Down”, de Donavon Frankenreiter; “I Drink Alone”, de George Thorogood; “Jealous Guy”, clássico de John Lennon; “Knockin’ on Heaven’s Door”, criação de Bob Dylan; “I Don’t Need no Doctor”, de Ray Charles e “Given the Dog a Bone”, do AC/DC; entre outras canções.
Já em “Ua: Brari”, Marcelo Rubens Paiva mistura os dramas de cada personagem à história recente do Brasil. O livro conta a trajetória do rapaz Fred em um enredo de paixão, drama, dor e loucura. Começa com o protagonista parado no acostamento da rodovia Castelo Branco, a roupa encharcada de suor, aguardando o amigo que foi em busca de combustível para o carro. Mas isso não é o pior: ele está indo para o casamento de Bia, sua antiga paixão. Bia vai se casar com Júlio, que é irmão de Zaldo. Todos estudaram juntos quando jovens, mas não desconfiam que suas vidas em breve estarão interligadas.
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terça-feira, 20 de julho de 2010
Palestra sambada na biblioteca
Um encontro de literatura, música e história. Esse é o ingrediente da “Palestra Sambada”, uma mistura de batucada e bate-papo, que o sambista Osvaldinho da Cuíca e o pesquisador e crítico musical André Domingues promovem nesta quarta-feira (21), às 18h, na Biblioteca Mário de Andrade (avenida São Luiz, 235, Centro de São Paulo). Os dois são parceiros na autoria do livro “Batuqueiros da Pauliceia”, da editora Barcarolla, e o evento marca a reinauguração da biblioteca, que passou por reformas. Na quinta-feira (22), às 18h30, Domingues realiza no mesmo espaço a oficina “Memória do Samba em São Paulo”, um bate-papo com a plateia sobre a história fonográfica do samba paulistano, com apresentação de gravações da década de 1920 até o início dos anos 60.
No livro “Batuqueiros da Pauliceia”, lançado em 2009, André Domingues e Osvaldinho da Cuíca lançam um libelo na defesa do samba paulista ao se aprofundarem para sistematizar e resgatar a história do samba produzido por artistas do Estado, vítimas frequentes de preconceito, principalmente após a famosa declaração do poeta Vinícius de Moraes, de que São Paulo é o “túmulo do samba”. Embora em sua defesa sempre aparecessem nomes como de Henricão, Geraldo Filme, Adoniran Barbosa e Toquinho (o mais prolífico parceiro de Vinicius), os próprios paulistas não conhecem completamente sua grandeza.
A obra segue as diversas trilhas do samba de São Paulo, apontando seus nomes e acontecimentos fundamentais desde o início do século XX até o presente, do remoto samba-rural ao samba-de-raiz de hoje em dia, passando por diversas manifestações como a marcha-sambada, a batucada de engraxates, o samba-rock e as experiências da chamada Vanguarda Paulistana.
No livro “Batuqueiros da Pauliceia”, lançado em 2009, André Domingues e Osvaldinho da Cuíca lançam um libelo na defesa do samba paulista ao se aprofundarem para sistematizar e resgatar a história do samba produzido por artistas do Estado, vítimas frequentes de preconceito, principalmente após a famosa declaração do poeta Vinícius de Moraes, de que São Paulo é o “túmulo do samba”. Embora em sua defesa sempre aparecessem nomes como de Henricão, Geraldo Filme, Adoniran Barbosa e Toquinho (o mais prolífico parceiro de Vinicius), os próprios paulistas não conhecem completamente sua grandeza.
A obra segue as diversas trilhas do samba de São Paulo, apontando seus nomes e acontecimentos fundamentais desde o início do século XX até o presente, do remoto samba-rural ao samba-de-raiz de hoje em dia, passando por diversas manifestações como a marcha-sambada, a batucada de engraxates, o samba-rock e as experiências da chamada Vanguarda Paulistana.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Em novo livro, Dora Kramer revela O Poder pelo avesso
A maior parte dos estudiosos prefere não discorrer sobre fatos contemporâneos sem o que chamam de distanciamento histórico. As 99 crônicas políticas de O Poder pelo avesso, terceiro livro da jornalista Dora Kramer, demonstram exatamente o inverso: sem as reflexões, a crítica apurada e a análise cotidiana – o que ela faz há 15 anos – dificilmente a História recente da política brasileira poderia ser compreendida. O livro será lançado em São Paulo no dia 5 de abril, na Livraria da Vila (Alameda Lorena, 1.731 – Jardins), a partir das 19h30.
O Poder pelo avesso (Editora Barcarolla) reúne nove anos de crônicas diárias publicadas entre 2001 e 2009 no Jornal do Brasil e no O Estado de S. Paulo, além de vários outros jornais do país para os quais a Agência Estado distribui. Sua leitura nos conduz pelos caminhos da política brasileira e seus protagonistas, oficiais e não oficiais, como uma ficção, cujos capítulos se complementam e alinhavam uma história única. Neste caso, a História do Brasil desde os primórdios da campanha presidencial de 2002, ainda sob o governo de Fernando Henrique Cardoso, até o final do ano passado.
Já na primeira crônica a colunista antecipa, com sua visão aguda, o Desejo de Mudar dos brasileiros, exatos 13 meses antes da eleição que conduziu Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. No ano seguinte, mesmo antes da posse, antevê A tentação do aparelhismo e, ainda no início do novo governo, profetiza, Em linha direta com a rua, a estratégia que Lula usaria durante os dois mandados.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Barcarolla participa da XI Festa do Livro da USP
Com descontos de pelo menos 50% no seu catálogo de livros, a Editora Barcarolla participa da XI Festa do Livro da USP. O evento acontece de 25 a 27 de novembro, no saguão do prédio de Geografia e História da Universidade de São Paulo (USP), das 9h às 21h. Na área de Ciências Humanas, boas pedidas são Extravagâncias (Scarlett Marton), Nietzsche, um ‘francês’ entre franceses (Scarlett Marton – org.), Os Tempos Hipermodernos (Gilles Lipovetsky), Arte e Filosofia no Idealismo Alemão (Marco Aurélio Werle e Pedro Fernandes Galé – org.), Necessidade e Contingência na Modernidade (Luís César Guimarães Oliva – org.) e O Espírito da Luzes (Tzvetan Todorov). Outros destaques da Barcarolla são Batuqueiros da Paulicéia (André Domingues e Osvaldinho da Cuíca), A Ilha Roubada (Sandro Vaia), O Luxo (Jean Casterède) e Caymmi sem Folclore (André Domingues).
terça-feira, 24 de novembro de 2009
A blogueira de Cuba
O jornalista Sandro Vaia, autor do livro "A ilha roubada" (Editora Barcarolla), entrevistou a blogueira cubana Yoani Sánchez sobre os últimos episódios nos quais ela e seu marido Reinaldo foram agredidos pela polícia de Cuba. A matéria foi ao ar nesta segunda-feira (23) pelo Jornal da Noite, da TV Bandeirantes. Acompanhe:
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Nietzsche na visão dos franceses
A respeito da recepção de sua obra, Nietzsche (1844-1900) afirmou certa vez: “Com exceção da Alemanha, em toda outra parte tenho leitores”. E se houve um lugar em que teve uma pródiga acolhida, este lugar foi a França, pela qual o filósofo não escondia sua simpatia. Já na passagem do século 19 para o 20, André Gide afirmava: “Esperávamos Nietzsche bem antes de conhecê-lo”. Na mesma época, dizia Jules Gaultier, que “o pensamento de Nietzsche é de inspiração nitidamente francesa”.
A influência exercida pelo filósofo alemão em várias gerações de pensadores franceses de vários matizes é o fio condutor da obra “Nietzsche, um ‘francês’ entre os franceses”, organizado pela professora da USP Scarlett Marton e reeditado agora pela Editora Barcarolla.
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Barcarolla lança “Extravagâncias – Ensaios sobre a filosofia de Nietzsche”
“Extravagâncias” é resultado de textos produzidos durante 25 anos pela professora titular de filosofia contemporânea da Universidade de São Paulo (USP), Scarlett Marton. São 11 ensaios sobre assuntos diversos do pensamento nietzschiano e que evocam as circunstâncias em que foram produzidos e o contexto em que estavam inseridos. Reunidos, mas independentes uns dos outros, os textos partem de uma visão de conjunto da obra de Nietzsche. A autora leva em conta o lado corrosivo da crítica dos valores presente em Nietzsche, bem como o lado construtivo de sua cosmologia.
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Luxo francês no Brasil
Autor do livro Luxo: os segredos dos produtos mais desejados do mundo (Editora Barcarolla), o francês Jean Castarède estará no Brasil na próxima segunda-feira (19), quando fará a palestra “O Brasil, o luxo e o modelo francês”, dentro da programação da Semana França ESPM.
Com mais de 15 livros publicados sobre Economia, História e Cultura, Castarède é reconhecido mundialmente como um dos principais especialistas do mercado de luxo e um dos pioneiros no estudo deste mercado.
Com mais de 15 livros publicados sobre Economia, História e Cultura, Castarède é reconhecido mundialmente como um dos principais especialistas do mercado de luxo e um dos pioneiros no estudo deste mercado.
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Um Caymmi diferente
Quando se fala em Dorival Caymmi, personagem absolutamente fundamental da MPB, é comum que se faça uma associação do compositor com imagens do mar, do pescador, das ladeiras de Salvador. Mas será que isso representa a totalidade da obra do baiano? Explorando uma outra linha de pensamento, o crítico e pesquisador André Domingues escreveu “Caymmi sem folclore”, livro premiado pelo ProAC-2008, da Secretaria de Estado da Cultura do Estado de São Paulo, que a Editora Barcarolla lança agora em 2009, um ano após a morte do cantor. O lançamento acontece no dia 8 de outubro, às 18h30, na Livraria Cultura Artes (Avenida Paulista, 2.073).
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
Escritor Sandro Vaia participa de evento em Jundiaí
O escritor Sandro Vaia, autor de “A ilha roubada” (Barcarolla), será uma das atrações da programação de aniversário de 20 anos do Maxi Shopping, organizada pela Confraria Cultural de Jundiaí, que acontece de 18 a 20 de setembro, em Jundiaí. O autor participará, no dia 19, a partir das 11h, e no dia 20, a partir das 14h, de um lounge poético com outros dois escritores, Agnaldo de Bastos e Arlete Salvador. O evento é aberto ao público e será realizado no Maxi Shopping (Av. Antônio Frederico Ozanan, 6.000 - Vila Rio Branco).
O livro conta a história real da cubana Yoani Sánchez, que mantém o blog “Generacion Y” desde abril de 2007 para retratar o cotidiano de quem vive na ilha de Fidel Castro. O blog conquistou leitores de todo o mundo –alguns dos posts rendem até 6 mil comentários.
O livro conta a história real da cubana Yoani Sánchez, que mantém o blog “Generacion Y” desde abril de 2007 para retratar o cotidiano de quem vive na ilha de Fidel Castro. O blog conquistou leitores de todo o mundo –alguns dos posts rendem até 6 mil comentários.
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Pierre Lévy será uma das atrações da Jornada Literária de Passo Fundo
Nascido na Tunísia em 1956 e radicado no Canadá, o filósofo Pierre Lévy será uma das principais atrações da 13ª edição da Jornada Literária de Passo Fundo, que acontece de 24 a 28 de agosto. Lévy tem doutorado em Sociologia e em Ciências da Informação e da Comunicação e lecionou em várias universidades de Paris e Montreal. Atualmente, é professor da Université du Québec à Trois-Rivières, no Canadá, e nos últimos anos tem se dedicado ao estudo das mudanças que as novas tecnologias provocam nas relações humanas, tornando-se um dos principais teóricos da cibercultura, da realidade virtual e da inteligência coletiva. Para ele, o crescimento da internet pode e deve ser encarado de uma perspectiva mais humanista. É autor de uma dezena de obras filosóficas sobre a cultura do mundo virtual e as novas tecnologias, entre elas "Ciberdemocracia", "As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática" e "A Conexão Planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência".
terça-feira, 9 de junho de 2009
A Editora Barcarolla lança no dia 25 de junho, na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, o livro "Vasco – Memórias de um precursor da globalização", do jornalista Claudio Lachini. Trata-se de um romance histórico sobre a vida do navegador português Vasco Fernandes Coutinho (1488-1561), que chegou ao Brasil em 1535 com status de herói. Antes de aportar em terras brasileiras, lutou em Goa, na Índia, em Malaca, no sudoeste asiático, e foi alcaide em Ormuz, pequena ilha no Golfo Pérsico. Foi o primeiro donatário da Capitania do Espírito Santo e responsável pelo seu povoamento, juntamente com 60 ex-presidiários que trouxe na caravela Grórya. “Esse mundo de Deus não me é estranho, porque aprendi a ver sua largueza onde o mar me levou e compreendi sua pequenez a cada ser humano que encontrei”, disse Vasco, que esteve na China em 1522 e de onde voltou fugido. Assim, “esse Vasco da Grórya” foi mais longe do que seu homônimo Vasco da Gama, sendo um homem de transição entre o feudalismo e a idade moderna.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Personagem esquecido da história do País é tema de livro da Editora Barcarolla
A Editora Barcarolla lança em junho o livro "Vasco – Memórias de um precursor da globalização", romance histórico sobre a vida do navegador português Vasco Fernandes Coutinho (1488-1561). Escrito pelo jornalista Claudio Lachini, o livro mistura ficção e história para traçar um perfil desse fidalgo lusitano, que chegou ao Brasil em 1535 com status de herói. Na caravela Grorya, trouxe 60 ex-presidiários que foram libertados da prisão do Limoeiro, Lisboa, por ordens de Dom João III. Antes de pisar em terras brasileiras, lutou em Goa, na Índia, em Malaca, no sudoeste asiático, e foi alcaide em Ormuz, pequena ilha no Golfo Pérsico. Foi o primeiro donatário da Capitania do Espírito Santo e também “um dos primeiros portugueses a sucumbir aos vícios tropicais: além de apreciar as nativas, tinha gosto pela cachaça”, avisa o jornalista Geraldo Hasse na orelha do livro. Na velhice, encontrou apenas solidão e desgosto. Doente e perseguido principalmente pelos padres, morreu aos 73 anos, tendo vivido seus últimos dias na casa que tinha na pedra da Caiçara, na Praia da Costa, em Vila Velha.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Barcarolla estreia selo Atualidades com o livro “A ilha roubada”, de Sandro Vaia
A Editora Barcarolla inaugura na noite desta terça-feira (26) o selo Atualidades com o lançamento do livro “A ilha roubada – Yoani, a blogueira que abalou Cuba”, do jornalista Sandro Vaia. O lançamento acontece a partir das 18h30 na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2.073). Mais do que um mero perfil biográfico da cubana Yoani Sánchez, o livro contextualiza o leitor em relação a Cuba, relatando várias histórias sobre o cotidiano na ilha e de como vivem habitantes. Para escrever o livro, Sandro Vaia esteve em Havana e gravou mais de 20 horas de entrevistas com Yoani e seu marido, o jornalista Reinaldo Escobar. Yoani ficou mundialmente conhecida por meio do seu blog Generación Y, que está na internet desde abril de 2007. Nele, a filóloga cubana traça cotidianamente um retrato de como é viver em Cuba nos dias de hoje, utilizando-se de uma linguagem clara, bem humorada e muitas vezes irônica. Nas palavras de Vaia, “Yoani não comporta uma clássica militância dissidente em relação ao regime cubano. Mais que considerações político-filosóficas, ela prefere narrar as atribulações da vida cotidiana de uma comunidade submetida à escassez material e à opressão derivadas da privação de liberdades básicas”.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Desde que o samba é samba
O mestre do samba Osvaldinho da Cuíca lança o livro Batuqueiros da Paulicéia – Enredo do Samba de São Paulo (Editora Barcarolla) e prepara, para o lançamento, 4 shows na Chopperia do Sesc Pompéia, na presença de convidados especiais, como Germano Mathias, Fabiana Cozza, Quinteto em Branco e Preto, Celso Viáfora, Wandi Doratiotto, Bebeto, Clube do Balanço, Carlão do Peruche e Thobias da Vai-Vai. Nos shows, que acontecem de 7 a 10 de maio, o sambista mostrará o repertório descrito no livro, que vai desde o remoto samba-rural ao samba-de-raiz de hoje em dia, passando, ainda, por diversas manifestações como a marcha-sambada, a batucada de engraxates, o samba-rock e as experiências da chamada Vanguarda Paulistana. Escrito por Osvaldinho e pelo crítico e pesquisador André Domingues, o livro estará à venda no local ao preço de R$ 34,00.Para saber mais sobre a pogramação dos shows, acesse aqui.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Livro reúne ensaios sobre arte e filosofia no idealismo alemão
Não são de hoje os debates sobre o que é arte, sobre os movimentos que envolvem sua criação, seus limites e seu suposto fim, sobre os critérios subjetivos com que cada pessoa vê e entende uma manifestação artística. Mas foi somente na passagem do século XVIII para o XIX, num momento marcado por uma nova visão do homem, da ciência e da razão, que Emanuel Kant e seguidores como Fichte, Schelling e Hegel conquistaram autonomia para uma análise mais abrangente, e ao mesmo tempo profunda, sobre a Estética, numa corrente de pensamento que ficou conhecida como Idealismo Alemão. No livro Arte e Filosofia no Idealismo Alemão, lançado pela Editora Barcarolla em abril, não há a ambição de esmiuçar sistematicamente todos os temas e preocupações do Idealismo Alemão. A publicação pretende ser um caminho para que o leitor possa compreender e se aprofundar em alguns dos assuntos centrais que ocuparam o pensamento daquele período e que prevalecem até hoje. Para saber mais sobre o livro, acesse aqui. Barcarolla lança “Cartas sobre a Hipermodernidade”, de Sébastien Charles
O fim das grandes utopias e o surgimento de uma nova cultura individualista, que privilegia a imediatismo, o consumismo e o hedonismo. Esse é o fio condutor do livro Cartas sobre a Hipermodernidade, do filósofo Sébastien Charles, lançado recentemente pela Editora Barcarolla. Por meio de dez cartas, o autor revela uma sociedade hipermoderna, caracterizada pela indiferença ao bem público, pela prioridade freqüentemente dada ao presente, em detrimento do futuro, pela valorização dos particularismos e dos interesses corporativistas, pela desagregação do sentido de dever ou da dívida com a coletividade. “Um novo pacto social é, portanto, mais indispensável do que nunca”, afirma o filósofo. Segundo ele, essa valorização do presente, embora justa, está defasada com a idéia de pós-modernidade, quando se indicava o desaparecimento da modernidade. Não vivemos, afirma Charles, “o fim da modernidade, mas uma nova modernidade, elevada à uma potência superlativa. Não estamos em uma era ‘pós’, mas ‘hiper’”. Leia mais aqui.
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