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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Bortolotto na Abril


Autor do livro “Dj: Canções pra Tocar no Inferno”, editado pela Barcarolla, Mário Bortolotto participa do programa Diálogos Culturais do Meio-Dia, na Editora Abril. O talk-show acontece no dia 18 de maio, com a presença de profissionais da própria Abril.

Pelo projeto já passaram nomes como Nelson Motta, Dan Stulbach, Danuza Leão, Tom Zé, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Meirelles, Mario Vargas Llosa, Laurentino Gomes, Lobão, Jô Soares, Pedro Bial, Walcyr Carrasco, entre outros.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Lançamento Conjunto


Mário Bortolotto e Marcelo Rubens Paiva comandarão a noite da próxima segunda-feira (28) no Bar Mercearia São Paulo (Rodésia, 34 – Vila Madalena). O evento começará depois das 22h e marcará o lançamento de “Dj – Canções pra Tocar no Inferno”, do dramaturgo Bortolotto, e o relançamento de “Ua:Brari”, de Marcelo Rubens Paiva, esgotado desde a década de 1990.

Em seu primeiro livro pela Editora Barcarolla, Mário Bortolotto escolheu o universo musical para compor 25 contos inspirados em canções, que vão de surf-ballads, passando por clássicos do rock mundial, até chegar a pérolas do blues, algumas já anunciadas nos títulos, outras apenas insinuadas em textos mergulhados na cultura Beatnik. Os contos estão recheados de porres homéricos, mulheres, brigas, muito sexo e o humor ácido do escritor. No playlist literário do DJ Bortolotto, clássicos como “Stand By Me”, de autoria de Darrel Mansfield, Jerry Leiber, Mike Stoller e Ben E. King; “Another Sleepless Night”, gravada por Neil Sedaka; “Swing On Down”, de Donavon Frankenreiter; “I Drink Alone”, de George Thorogood; “Jealous Guy”, clássico de John Lennon; “Knockin’ on Heaven’s Door”, criação de Bob Dylan; “I Don’t Need no Doctor”, de Ray Charles e “Given the Dog a Bone”, do AC/DC; entre outras canções.

Já em “Ua: Brari”, Marcelo Rubens Paiva mistura os dramas de cada personagem à história recente do Brasil. O livro conta a trajetória do rapaz Fred em um enredo de paixão, drama, dor e loucura. Começa com o protagonista parado no acostamento da rodovia Castelo Branco, a roupa encharcada de suor, aguardando o amigo que foi em busca de combustível para o carro. Mas isso não é o pior: ele está indo para o casamento de Bia, sua antiga paixão. Bia vai se casar com Júlio, que é irmão de Zaldo. Todos estudaram juntos quando jovens, mas não desconfiam que suas vidas em breve estarão interligadas.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Canções para tocar no inferno

Mário Bortolotto anda sonhando com uma jukebox no meio de sua kitchenete, na Rua Avanhandava, centro de São Paulo. Nada surpreendente para quem, além do aclamado trabalho nos palcos e livrarias, ainda encontra tempo para ser vocalista de duas bandas, o que já denota sua intimidade com a música. O desejo pode ser mais uma das lendas urbanas que pipocam em torno do escritor e que se somam às histórias de este não tomar banho, beber religiosamente e frequentar o famoso “Bar das Amistosas” da Martins Fontes – boatos nem confirmados nem desmentidos por ele. O livro será lançado na Livraria da Vila (Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena) no dia 23 de fevereiro, a partir das 18h30.

Mitos à parte, o que é certo é que Bortolotto decidiu juntar sua paixão pela música com sua maior vocação, a de criar ficção, e lança pela Editora Barcarolla seu 12º livro. “DJ – Canções pra Tocar no Inferno” contém 25 contos inspirados em canções, que vão de surf-ballads, passando por clássicos do rock mundial, até chegar a pérolas do blues, algumas já anunciadas nos títulos, outras apenas insinuadas em textos mergulhados na cultura Beatnik. Os contos – claro – estão recheados de porres homéricos, mulheres, brigas, muito sexo e o humor ácido do escritor.

No playlist literário do DJ Bortolotto, clássicos como “Stand By Me”, de autoria de Darrel Mansfield, Jerry Leiber, Mike Stoller e Ben E. King; “Another Sleepless Night”, gravada por Neil Sedaka; “Swing On Down”, de Donavon Frankenreiter; “I Drink Alone”, de George Thorogood; “Jealous Guy”, clássico de John Lennon; “Knockin’ on Heaven’s Door”, criação de Bob Dylan; “I Don’t Need no Doctor”, de Ray Charles e “Given the Dog a Bone”, do AC/DC; entre outras canções.