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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Biografia de Antônio Ermírio de Moraes será lançada no próximo dia 4


Biografia de Antônio Ermírio de Moraes será lançada no próximo dia 4
Escrita por José Pastore – amigo do empresário há 35 anos –, biografia fala da trajetória, das ideias e dos pensamentos de um dos maiores homens de negócios que o Brasil já teve. O evento que marcará o lançamento do livro acontece no dia 4 de junho, quando o biografado completa 85 anos

Protagonista de grandes acontecimentos da história recente do país, Antônio Ermírio de Moraes é um dos mais importantes homens de negócios do Brasil. À frente do Grupo Votorantim, destacou-se nos cenários econômico, político, social e artístico e levou uma vida dedicada ao trabalho, com valores raros como honestidade e humildade, que sempre estarão associados ao seu caráter. Sua trajetória – desde a infância até o seu envolvimento com a política e com as artes no Brasil – está no livro Antônio Ermírio de Moraes – Memórias de um diário confidencial (Planeta, 360 págs., R$ 39,90), escrito por José Pastore, seu melhor amigo há 35 anos, com prefácio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Leia mais

terça-feira, 13 de abril de 2010

Imprensa Oficial lança biografia de Jirges Ristum

Irreverente, contestador. Distante do convencional. Sempre bem-humorado. Uma figura apaixonante e também apaixonada pelo que fazia: cinema e versos. Alguém que amava a beleza. Assim era Jirges Ristum, um desses homens que, de tão especiais, são difíceis de esquecer. Assim o descrevem familiares, amigos e colegas cujos relatos contribuem para remontar, tal como num quebra-cabeça, a imagem desse artista de múltiplas faces.

Os depoimentos, somados a escritos do próprio Jirges, compõem a coletânea “Um vento me leva: Lembranças de Jirges Ristum”, editada pela Imprensa Oficial e organizada por Ivan Negro Isola, com lançamento marcado para o dia 19 de abril (segunda-feira), a partir das 19 horas, na Casa das Rosas – Av. Paulista, 37.


Ele era, como dizia Glauber Rocha, “o maior cineasta brasileiro não revelado”. A morte prematura, aos 42 anos, no começo da década de 80, silenciou uma obra que estava em expansão. De volta do exílio, após colaborar com realizadores como Antonioni, Bertolucci e Rosselini, ele acabara de lançar seu primeiro livro de poemas. Definia-se, na época, como “pós-freudiano, pós-marxista, antiplatônico e antiaristotélico” e, por isso mesmo, disposto a “imaginar as histórias sem censura”.