Em 2011, o ator Ítalo Rossi comemora 60 anos dedicados ao teatro. Para comemorar, a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo lança uma fotobiografia do artista, pela Coleção Aplauso, no próximo dia 19 de janeiro (quarta-feira), a partir das 19 horas, no Teatro Tom Jobim (Rua Jardim Botânico, 1008).
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Teatro Sexagenário
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Biografia de Tonico Pereira pela Coleção Aplauso será lançada no Rio de Janeiro
Para Eliana Bueno-Ribeiro, autora do livro, Tonico Pereira é um ator popular, na acepção mais ampla do termo. “Quer dizer que é de todos os tempos e nunca pertenceu a nenhuma classe ou grupo social e sempre, certamente, fora das classificações. Eternamente velho e eternamente jovem. É um profissional ao mesmo tempo organizado e anárquico, que parece temer ser levado a sério demais, levar-se a sério demais. Sistematicamente, trata de quebrar com alguma brincadeira todo e qualquer discurso que possa soar mais solene. Circula entre diversas culturas e diferentes níveis da língua com a leveza dos saltimbancos que tanto admira”.
Além dos depoimentos à autora, vários textos de Tonico são reproduzidos no livro. Com quase uma centena de papéis na TV, no teatro e no cinema, ele impressiona pela vitalidade, apesar de alguns sustos: dois cânceres de bexiga e um tumor benigno no pulmão. “Eu nasci a fórceps. Espero ser recompensado: morrer a fórceps”, brinca, em mais um dos seus escritos.
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Livro revela as diversas faces da homossexualidade
Anualmente, no mês de junho, várias cidades brasileiras são cobertas por bandeiras coloridas e tomadas por multidões que se reúnem para celebrar a diversidade e festejar a visibilidade conquistada no espaço social – a Parada Gay realizada em São Paulo é apontada como a maior do mundo. Apesar disso, o Brasil ainda está entre os primeiros países no índice de crimes de ódio contra homossexuais. Direitos básicos, como o casamento, são negados. Esta é uma das várias questões abordadas por “Retratos do Brasil Homossexual - Fronteiras, Subjetividades e Desejos”, livro que a Imprensa Oficial lança em parceria com a Edusp no próximo sábado, 4 de dezembro, a partir das 16 horas na Casa das Rosas – Av. Paulista, 37.
A publicação traz artigos e ensaios apresentados durante o IV Congresso da Associação Brasileira de Estudo da Homocultura (Abeh), realizado na USP em setembro de 2008. Cerca de 1/3 deles foi selecionado pelos organizadores para fazer parte da obra. O restante foi reunido em um CD, que acompanha o volume. A organização é de Horácio Costa, presidente da Abeh na época do congresso, Berenice Bento, Wilton Garcia, Emerson Inácio e Wiliam Siqueira Peres.
A obra é dividida em cinco partes, cada uma com artigos relativos aos respectivos temas: Homocultura e Direitos Humanos , Homocultura e Literatura, Homocultura e Artes, Universo Trans e Pensar “Identidades”. Alguns dos textos foram produzidos por participantes do congresso que vieram da América Latina e da Espanha, como Fernando Grande-Marlaska, juiz em exercício na Audiência Nacional, equivalente ao Supremo Tribunal Federal espanhol.
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
Livro conta a história da assistência judiciária gratuita á população no Brasil
Pioneiro na assistência judiciária gratuita à população, há mais de 90 anos o Departamento Jurídico XI de Agosto exerce essa atividade em benefício de milhares de famílias carentes. Atualmente, patrocina 2,6 mil processos e atende a cerca de 200 novos clientes por mês. A história da instituição, e da própria assistência judiciária gratuita, ganha agora um rico material de apoio, o livro Escola de Justiça – História e Memória do Departamento Jurídico XI de Agosto. Editada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em parceria com o Departamento Jurídico XI de Agosto, e organizado pelo historiador Cássio Schubsky, a obra será lançada na próxima quinta-feira, dia 25 de novembro, a partir das 18 horas, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – Largo São Francisco, 95.
Desde sua fundação, o Departamento Jurídico é conduzido exclusivamente por alunos da São Francisco. Hoje, cerca de 260 estagiários, sob a orientação de 12 advogados orientadores e 30 advogados colaboradores, além de assistente social e voluntários do Instituto de Mediação e Arbitragem do Brasil, trabalham no local e, principalmente, aprendem as bases do Direito nessa verdadeira escola de formação de juristas. Dali saíram e continuam saindo a cada ano futuros advogados, juízes, promotores, defensores públicos e procuradores.
A história do Departamento Jurídico começou no dia 9 de setembro de 1919, quando estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo fundaram a Assistência Judiciária Acadêmica, com o objetivo de atender à população mais pobre de São Paulo. Em 1947, a AJA foi reorganizada e passou a se chamar Departamento Jurídico do C.A. XI de Agosto.
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
Especialistas detalham em livro o trabalho de artistas afro-brasileiros
Entre os artistas que têm seus trabalhos analisados estão Machado de Assis, Aleijadinho, Antônio Bandeira, Assis Valente, Cruz e Souza, Castro Alves, Grande Otelo, José do Patrocínio, Juliano Moreira, Mestre Valentim, Mestre Didi, Pixinguinha, Rubem Valentim, Ruth de Souza e Walter Firmo.
Dividida em dois volumes, num total de 880 páginas, a obra é publicada 21 anos após a primeira edição, que comemorava o centenário da Abolição da Escravatura no Brasil. Dois personagens marcantes da relação Brasil-Portugal assinam textos na abertura da obra: Fernando Henrique Cardoso e Mario Soares, ex-presidente português. A publicação tem ainda textos de Alberto Goldman, governador de São Paulo, e de Andrea Matarazzo, secretário estadual de Cultura.
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Imprensa Oficial lança na Fliporto livro com telas, desenhos e diários do pintor José Claudio da Silva
Uma Amazônia ainda pouco explorada na década de 70, documentada numa centena de pinturas em óleo sobre tela, além de desenhos e anotações, se revela em “100 telas, 60 dias & um diário de viagem – Amazonas 1975”, do pintor José Cláudio da Silva, com texto de apresentação de Paulo Vanzolini e editada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Ao mesmo tempo em que registra a beleza e a diversidade da fauna e da flora, a tipologia das habitações e a vida das comunidades ribeirinhas, a obra mostra também os bastidores de uma das viagens da Expedição Permanente ao Amazonas, realizadas por equipes chefiadas pelo zoólogo Paulo Vanzolini – também compositor –, conhecido pelo sucesso de suas composições como “Ronda” e “Volta por cima”. O lançamento em Pernambuco acontece no dia 13 de novembro (sábado) às 18 horas, durante a Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto), em Olinda.
A viagem ocorreu em 1975. José Claudio da Silva, então com 43 anos, residia em Olinda e recebeu da vizinha o recado de que havia um telefonema para ele. Era Vanzolini, que lhe perguntava se ainda queria conhecer a Amazônia. “Sim”, o artista lhe respondeu prontamente. “Então pegue a passagem na Varig e nos encontramos em Belém”. Assim, rapidamente, o pintor já estava a bordo do avião. De espírito ágil e extremamente inquieto, como é descrito pelos companheiros de viagem, o pintor tornou a experiência das mais produtivas e especiais. Àquela altura, era já um artista plástico consolidado: a trajetória iniciada nos anos 50, passando por ateliês de mestres como Abelardo da Hora, Carybé e Mario Cravo, lhe rendera prêmios, exposições e viagens internacionais. Aquela ida à Amazônia seria, porém, uma aventura única.
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Livro registra os 20 anos dos Satyros
Com espetáculos que despertam reações entre o choque e o encantamento, poucos grupos teatrais agitaram mais o cenário nacional e internacional nas últimas duas décadas do que Os Satyros, fundado em 1989 por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez. Os primeiros 20 anos de história do grupo teatral e imagens das 44 peças encenadas no Brasil e na Europa no período compõem a “biofotografia. Os Satyros, com textos do crítico Aimar Labaki e do ator e escritor Germano Pereira, é uma edição da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. O lançamento do livro, em edição bilíngue (português e inglês), acontece na próxima terça-feira, a partir das 19 horas, na Livraria HQMix, em São Paulo - Praça Roosevelt, 142, Centro.
O livro percorre os 20 anos de trajetória do grupo a partir de imagens nas quais foram inseridos pequenos textos de Rodolfo García Vázquez, retirados de seu blog http://olhossempreabertos.zip.net/. Na página de abertura de cada peça aparecem os nomes de diretores e do elenco de estreia de cada trabalho. Ao final, uma cronologia com todas as encenações do grupo, desde a primeira – “Aventuras de Arlequim”, de 1989 – e toda a ficha técnica incluindo diretores, atores, técnicos, cenógrafos, fotógrafos e o local de apresentação.
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Toninho Horta passa sua carreira em revista em novo livro da Coleção Aplauso
Shows, gravações, CDs, bastidores, curiosidades e muitas histórias fazem parte de “Toninho Horta – harmonia compartilhada”, livro da Coleção Aplauso com lançamento marcado para o dia 14 de novembro, em Ouro Preto.
Compositor de Manoel, o audaz, música que lhe deu fama, Toninho Horta é cultuado pela crítica mundial especializada e por fãs ao redor de todo o planeta. Para citar apenas dois nomes, Pat Metheny e George Benson, considerados ícones da guitarra, estão entre os artistas que o reverenciam. Toda sua carreira, sucessos, discos e histórias curiosas poderão ser conhecidas agora pelo grande público com Toninho Horta – harmonia compartilhada, livro escrito por Maria Tereza Arruda Campos e editada pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. O lançamento está marcado para o dia 14 de novembro (domingo), às 21 horas, no Cine Vila Rica, na praça Reinaldo Alves de Brito, 47 – centro, durante o Fórum das Letras de Ouro Preto, em Minas Gerais.
Um dos capítulos é dedicado ao disco Clube da Esquina, lendário álbum gravado em 1972 e que projetou definitivamente os músicos mineiros no cenário nacional. No ano seguinte Toninho acompanhou Gal Costa em turnê e fez sua primeira viagem ao exterior. O primeiro reconhecimento internacional veio em 1977, quando a revista londrina Melody Maker o elegeu como o 5º melhor guitarrista do mundo.
O livro passa também pela formação da banda Som Imaginário, legendária banda que por alguns anos acompanhou Milton Nascimento. Toninho fez parte de uma de suas formações e participou da gravação do disco Milagre dos Peixes. Na obra ele relembra, ainda, as apresentações em outros países asiáticos e europeus, além de sua relação com fãs. Um dos capítulos da obra é dedicado ao encontro musical com Pat Metheny, enquanto outro fala da gravação de um disco com George Benson, ainda não lançado comercialmente.
No final da obra Toninho faz também declarações de caráter pessoal, que dão a dimensão humana desse profissional da música.
Compositor de Manoel, o audaz, música que lhe deu fama, Toninho Horta é cultuado pela crítica mundial especializada e por fãs ao redor de todo o planeta. Para citar apenas dois nomes, Pat Metheny e George Benson, considerados ícones da guitarra, estão entre os artistas que o reverenciam. Toda sua carreira, sucessos, discos e histórias curiosas poderão ser conhecidas agora pelo grande público com Toninho Horta – harmonia compartilhada, livro escrito por Maria Tereza Arruda Campos e editada pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. O lançamento está marcado para o dia 14 de novembro (domingo), às 21 horas, no Cine Vila Rica, na praça Reinaldo Alves de Brito, 47 – centro, durante o Fórum das Letras de Ouro Preto, em Minas Gerais.
Um dos capítulos é dedicado ao disco Clube da Esquina, lendário álbum gravado em 1972 e que projetou definitivamente os músicos mineiros no cenário nacional. No ano seguinte Toninho acompanhou Gal Costa em turnê e fez sua primeira viagem ao exterior. O primeiro reconhecimento internacional veio em 1977, quando a revista londrina Melody Maker o elegeu como o 5º melhor guitarrista do mundo.
O livro passa também pela formação da banda Som Imaginário, legendária banda que por alguns anos acompanhou Milton Nascimento. Toninho fez parte de uma de suas formações e participou da gravação do disco Milagre dos Peixes. Na obra ele relembra, ainda, as apresentações em outros países asiáticos e europeus, além de sua relação com fãs. Um dos capítulos da obra é dedicado ao encontro musical com Pat Metheny, enquanto outro fala da gravação de um disco com George Benson, ainda não lançado comercialmente.
No final da obra Toninho faz também declarações de caráter pessoal, que dão a dimensão humana desse profissional da música.
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
Graça Pizá lança "afetosecretos" em Porto Alegre
“afetosecretos | o vocabulário” vem acompanhado por “afetosecretos | o filme. Livro e filme serão lançados no dia 30 de outubro, a partir das 15h30, no Estande da Corag, durante a Feira do Livro de Porto Alegre.
O Estatuto da Criança e do Adolescente diz, no seu artigo 18: “É dever de todos zelar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, aterrorizante, violento ou constrangedor”. A realidade, porém, está bem longe desse ideal, especialmente quando entra em cena a violência sexual contra crianças. E na maioria das vezes, um pesado manto de silêncio abafa qualquer pedido de socorro quando o abuso envolve a relação incestuosa entre pais e filhos. Ultimamente, um número crescente de vozes se levanta contra o sistema familiar que permite e acoberta tão perversa situação. Uma delas é a da psicanalista Graça Pizá, diretora da Clínica Psicanalítica da Violência/Revirança, do Rio de Janeiro.
Agora, o grito de alerta é feito por meio de “afetosecretos | o vocabulário”, novo lançamento da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, pelo selo Imprensa Social, em coedição com a Clínica Psicanalítica da Violência e apoio da Childhood Brasil – entidade que atua com foco na proteção da infância contra o abuso e a exploração sexuais –, a ser realizado neste sábado (30 de outubro), às 15h30, no estande da Corag montado para a Feira do Livro de Porto Alegre, na Praça da Alfândega. O livro vem acompanhado de um DVD, trazendo “afetosecretos | o filme”, que será exibido na seqüência, às 16h30, no Santander Cultural, Sala Oeste. São duas linguagens diferentes que permitem revelar a tragédia vivida por crianças, vítimas do ato violento e criminoso do incesto. Após a projeção do filme haverá um debate com as psicanalistas Sissi Castiel e Márcia Lisboa dos Santos e a desembargadora Maria Berenice Dias, com a mediação de Gabriella Ferrarese Barbosa.
O livro utiliza conceitos psicanalíticos inspirados em imagens, desenhos, sons e palavras expressados por crianças e adolescentes que sofreram ou ainda sofrem trauma. Segundo Pizá, alguns desses conceitos foram adaptados da teoria de Freud e Lacan, enquanto outros foram criados por ela na tentativa de compreender a secreta comunicação, através da linguagem dos sonhos, própria da criança violentada, como afetosecretos, roboneca, criança-fetiche, mãe-aranha e objeto-fi (fetiche do incesto).
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Imprensa Oficial faz festa para os novos títulos da Coleção Aplauso
Lançamento conjunto das obras será nesta quinta-feira (28 de outubro), a partir das 19 horas, no Shopping Frei Caneca, e contará com a presença de artistas biografados e autores.
Uma grande festa da cultura vai agitar o Shopping Frei Caneca nesta quinta-feira, dia 28 de outubro, como parte da programação da 34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Atores, atrizes, cineastas, dramaturgos e diretores de tevê estão entre os biografados dos novos títulos da Coleção Aplauso, pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Também integram a seleção roteiros de filmes e peças de teatro e livros sobre dança e televisão. O evento acontecerá a partir das 19 horas, no 4º andar do shopping, em São Paulo - Rua Frei Caneca, 569.
Confira os lançamentos deste ano
Série Especial
As Grandes Vedetes do Brasil (Neyde Veneziano)
Dicionário de Astros e Estrelas do Cinema Brasileiro (Antonio Leão da Silva Neto)
Italo Rossi - isto é tudo (Antônio Gilberto)
Marcos Flaksman – universos paralelos (Wagner de Assis)
Série Perfil
Analy Alvarez – de corpo e alma (Nicolau Radamés Creti)
Antônio Petrin – ser ator (Orlando Margarido)
Aurora Duarte – faca de ponta (Aurora Duarte)
Bivar – o explorador de sensações peregrinas (Maria Lucia Dahl)
Carmem Verônica – o riso com glamour (Cláudio Fragata)
Dionísio e Flora – uma vida na arte (Dionísio Jacob)
Ednei Giovenazzi – dono da sua emoção (Tania Carvalho)
Haydée Bittencourt – o esplendor do teatro (Gabriel Federicci)
Jece Valadão – também somos irmãos (Apoenan Rodrigues)
Laura Cardoso – contadora de histórias (Julia Laks)
Marlene França – do sertão da Bahia ao clã Matarazzo (Maria Do Rosário Caetano)
Miguel Magno – o pregador de peças (Andréa Bassitt)
Muitas Vidas – vida e carreira de Norma Blum (Norma Blum)
Paulo Hesse – a vida fez de mim um livro e eu não sei ler (Eliana Pace)
Tania Alves – Tania Maria Bonita Alves (Fernando Cardoso)
Tonico Pereira – um ator improvável, uma autobiografia não autorizada (Eliana Bueno-Ribeiro)
Série Cinema
Ana Carolina Teixeira Soares – cineasta brasileira (Evaldo Morcazel)
Candeias – pedras e sonhos do Cineboca (Moura Reis)
Cinema de Boca em Boca – escritos sobre cinema (Juliano Tosi);
Jeremias Moreira – o cinema como ofício (Celso Sabadin)
Radiografia de Um Filme – São Paulo Sociedade Anônima (Ninho Moraes)
Roberto Gervitz - Brincando de Deus (Evaldo Morcazel)
Roteiros:
Antes que o Mundo Acabe (Ana Luiza Azevedo)
É proibido fumar (Anna Muylaert)
Feliz Ano Velho (Roberto Gervitz)
Jogo Subterrâneo (Roberto Gervitz)
Leila Diniz (Luiz Carlos Lacerda)
Série Teatro
A Carroça do Sonho e os Saltimbancos – memória da carroça de ouro (Roberto Nogueira)
Antônio Bivar – as três primeiras peças
Em busca de um teatro musical carioca (Eduardo Rieche & Gustavo Gasparani);
Isto é besteirol – o teatro de Vicente Pereira (Luiz Francisco Wasilewski)
Jefferson Del Rios – críticas teatrais
O Teatro de Marici Salomão (Marici Salomão)
Pequeno poema infinito (Antonio Gilberto e José Mauro Brant)
Rodolfo Garcia Vázquez: quatro textos e um roteiro (Rodolfo Garcia Vázquez)
Série TV
Gloria in Excelsior (Álvaro de Moya);
Série Dança
Luis Arrieta – poeta do movimento (Roberto Pereira)
Uma grande festa da cultura vai agitar o Shopping Frei Caneca nesta quinta-feira, dia 28 de outubro, como parte da programação da 34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Atores, atrizes, cineastas, dramaturgos e diretores de tevê estão entre os biografados dos novos títulos da Coleção Aplauso, pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Também integram a seleção roteiros de filmes e peças de teatro e livros sobre dança e televisão. O evento acontecerá a partir das 19 horas, no 4º andar do shopping, em São Paulo - Rua Frei Caneca, 569.
Confira os lançamentos deste ano
Série Especial
As Grandes Vedetes do Brasil (Neyde Veneziano)
Dicionário de Astros e Estrelas do Cinema Brasileiro (Antonio Leão da Silva Neto)
Italo Rossi - isto é tudo (Antônio Gilberto)
Marcos Flaksman – universos paralelos (Wagner de Assis)
Série Perfil
Analy Alvarez – de corpo e alma (Nicolau Radamés Creti)
Antônio Petrin – ser ator (Orlando Margarido)
Aurora Duarte – faca de ponta (Aurora Duarte)
Bivar – o explorador de sensações peregrinas (Maria Lucia Dahl)
Carmem Verônica – o riso com glamour (Cláudio Fragata)
Dionísio e Flora – uma vida na arte (Dionísio Jacob)
Ednei Giovenazzi – dono da sua emoção (Tania Carvalho)
Haydée Bittencourt – o esplendor do teatro (Gabriel Federicci)
Jece Valadão – também somos irmãos (Apoenan Rodrigues)
Laura Cardoso – contadora de histórias (Julia Laks)
Marlene França – do sertão da Bahia ao clã Matarazzo (Maria Do Rosário Caetano)
Miguel Magno – o pregador de peças (Andréa Bassitt)
Muitas Vidas – vida e carreira de Norma Blum (Norma Blum)
Paulo Hesse – a vida fez de mim um livro e eu não sei ler (Eliana Pace)
Tania Alves – Tania Maria Bonita Alves (Fernando Cardoso)
Tonico Pereira – um ator improvável, uma autobiografia não autorizada (Eliana Bueno-Ribeiro)
Série Cinema
Ana Carolina Teixeira Soares – cineasta brasileira (Evaldo Morcazel)
Candeias – pedras e sonhos do Cineboca (Moura Reis)
Cinema de Boca em Boca – escritos sobre cinema (Juliano Tosi);
Jeremias Moreira – o cinema como ofício (Celso Sabadin)
Radiografia de Um Filme – São Paulo Sociedade Anônima (Ninho Moraes)
Roberto Gervitz - Brincando de Deus (Evaldo Morcazel)
Roteiros:
Antes que o Mundo Acabe (Ana Luiza Azevedo)
É proibido fumar (Anna Muylaert)
Feliz Ano Velho (Roberto Gervitz)
Jogo Subterrâneo (Roberto Gervitz)
Leila Diniz (Luiz Carlos Lacerda)
Série Teatro
A Carroça do Sonho e os Saltimbancos – memória da carroça de ouro (Roberto Nogueira)
Antônio Bivar – as três primeiras peças
Em busca de um teatro musical carioca (Eduardo Rieche & Gustavo Gasparani);
Isto é besteirol – o teatro de Vicente Pereira (Luiz Francisco Wasilewski)
Jefferson Del Rios – críticas teatrais
O Teatro de Marici Salomão (Marici Salomão)
Pequeno poema infinito (Antonio Gilberto e José Mauro Brant)
Rodolfo Garcia Vázquez: quatro textos e um roteiro (Rodolfo Garcia Vázquez)
Série TV
Gloria in Excelsior (Álvaro de Moya);
Série Dança
Luis Arrieta – poeta do movimento (Roberto Pereira)
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Livro detalha a formação do Estado de São Paulo
“História do Estado de São Paulo: A Formação da Unidade Paulista” reúne em três volumes textos de diversos autores sobre os aspectos econômicos, culturais, políticos, sociais e educacionais que influenciaram o desenvolvimento do Estado. Co-editado pela Imprensa Oficial, Editora Unesp e o Arquivo Público do Estado, obra será lançada no dia 23 de outubro (sábado), na Estação Pinacoteca.
Um verdadeiro raio-x do Estado de São Paulo desde os seus primórdios até os dias atuais. Com farto material acadêmico, “História do Estado de São Paulo: A Formação da Unidade Paulista” indica todos os fatores econômicos, culturais, políticos, sociais e educacionais que influenciaram na formação do Estado paulista. Produzidos por estudiosos e pesquisadores da história, os textos estão dispostos em três volumes organizados por João Ricardo de Castro Caldeira e Nilo Odalia (post mortem) e co-editados pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Editora Unesp e Arquivo Público do Estado de São Paulo. O lançamento acontece no próximo sábado, dia 23 de outubro, às 11 horas, na Estação Pinacoteca, em São Paulo - Largo General Osório, 66.
Na apresentação, João Ricardo explica que o objetivo da obra é “identificar o processo de constituição da unidade paulista como região dotada de autonomia, expressão internacional e capacidade de exercer influência significativa sobre os rumos da política, da economia e da cultura nacionais”. Ele afirma que a opção por um trabalho coletivo se deu pela grande complexidade da proposta, e, por essa razão, os textos não seguem uma ordem cronológica, embora sigam a seqüência Colônia-Império-República.
O primeiro volume, com 508 páginas, trata dos períodos colonial e imperial; o segundo, de 684 páginas, trata da República. E, no terceiro, com 310 páginas, descreve-se a trajetória dos governantes ao longo da história, além de listar todos os 645 municípios paulistas, com data de fundação e a história de cada um deles.
Um verdadeiro raio-x do Estado de São Paulo desde os seus primórdios até os dias atuais. Com farto material acadêmico, “História do Estado de São Paulo: A Formação da Unidade Paulista” indica todos os fatores econômicos, culturais, políticos, sociais e educacionais que influenciaram na formação do Estado paulista. Produzidos por estudiosos e pesquisadores da história, os textos estão dispostos em três volumes organizados por João Ricardo de Castro Caldeira e Nilo Odalia (post mortem) e co-editados pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Editora Unesp e Arquivo Público do Estado de São Paulo. O lançamento acontece no próximo sábado, dia 23 de outubro, às 11 horas, na Estação Pinacoteca, em São Paulo - Largo General Osório, 66.
Na apresentação, João Ricardo explica que o objetivo da obra é “identificar o processo de constituição da unidade paulista como região dotada de autonomia, expressão internacional e capacidade de exercer influência significativa sobre os rumos da política, da economia e da cultura nacionais”. Ele afirma que a opção por um trabalho coletivo se deu pela grande complexidade da proposta, e, por essa razão, os textos não seguem uma ordem cronológica, embora sigam a seqüência Colônia-Império-República.
O primeiro volume, com 508 páginas, trata dos períodos colonial e imperial; o segundo, de 684 páginas, trata da República. E, no terceiro, com 310 páginas, descreve-se a trajetória dos governantes ao longo da história, além de listar todos os 645 municípios paulistas, com data de fundação e a história de cada um deles.
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
As muitas histórias de Claudette Soares em livro da Imprensa Oficial
Claudette Soares foi personagem de vários movimentos importantes da música brasileira e mulher à frente de seu tempo. Agora sua história foi transformada em livro pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial, com lançamento marcado para esta quarta-feira (6), às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.
Claudette Soares fez parte de vários movimentos fundamentais na música brasileira. Fez sucesso no auge da era do baião (ganhou o título de Princesinha do Baião das mãos do mestre Luiz Gonzaga), em meados dos anos 50, na fase pré e no ápice da bossa nova. Foi ainda atuante no período dos festivais da canção, classificando-se diversas vezes entre as finalistas, e finalmente, já nos anos 70, celebrizou-se também como grande intérprete romântica, gravando Roberto Carlos. Tudo isso está relatado pelo jornalista, produtor e pesquisador musical Rodrigo Faour no livro “A bossa sexy e romântica de Claudette Soares”, da Coleção Aplauso, com 280 páginas. Editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, será lançado em São Paulo nesta quarta-feira, dia 6 de outubro, a partir das 18h30 na Loja de Artes da Livraria Cultura, em São Paulo – Av. Paulista, 2.073.
Na obra Faour contextualiza os bastidores efervescentes da música brasileira nas décadas de 1950 e 60. Sobrevivente da Era do Rádio, Claudette Soares fez sucesso na era da canção moderna e teve a chance de lançar ou ajudar a popularizar músicos como César Camargo Mariano – que estreou num disco seu, em 1963 – e compositores como Gonzaguinha e Taiguara, além de ter participado do primeiro disco de Eumir Deodato como arranjador. Foi a única cantora a dividir LPs com o ícone da música sofisticada brasileira, Dick Farney, e a primeira a gravar um disco-tributo aos iniciantes Chico, Caetano e Gil, em 1968. Graças aos moderníssimos arranjos de Antonio Adolfo, César Camargo, José Briamonte, Rogério Duprat e Roberto Menescal, e as composições de Jorge Ben Jor, Marcos Valle, Adolfo, Chico, Menescal e tantos outros craques, pôde colocar sua voz macia a bordo de uma “bossa sexy” ímpar, criando um dos trabalhos mais sensuais dentre as cantoras do movimento bossanovista.
O livro relata ainda a fase em que Claudette se afastou do meio artístico, durante 14 anos, a partir de 1977. A volta aos palcos aconteceu em 1991, no show “Nova leitura”. A partir de então recuperou o tempo perdido, em sucessivos projetos e gravações.
Claudette Soares fez parte de vários movimentos fundamentais na música brasileira. Fez sucesso no auge da era do baião (ganhou o título de Princesinha do Baião das mãos do mestre Luiz Gonzaga), em meados dos anos 50, na fase pré e no ápice da bossa nova. Foi ainda atuante no período dos festivais da canção, classificando-se diversas vezes entre as finalistas, e finalmente, já nos anos 70, celebrizou-se também como grande intérprete romântica, gravando Roberto Carlos. Tudo isso está relatado pelo jornalista, produtor e pesquisador musical Rodrigo Faour no livro “A bossa sexy e romântica de Claudette Soares”, da Coleção Aplauso, com 280 páginas. Editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, será lançado em São Paulo nesta quarta-feira, dia 6 de outubro, a partir das 18h30 na Loja de Artes da Livraria Cultura, em São Paulo – Av. Paulista, 2.073.
Na obra Faour contextualiza os bastidores efervescentes da música brasileira nas décadas de 1950 e 60. Sobrevivente da Era do Rádio, Claudette Soares fez sucesso na era da canção moderna e teve a chance de lançar ou ajudar a popularizar músicos como César Camargo Mariano – que estreou num disco seu, em 1963 – e compositores como Gonzaguinha e Taiguara, além de ter participado do primeiro disco de Eumir Deodato como arranjador. Foi a única cantora a dividir LPs com o ícone da música sofisticada brasileira, Dick Farney, e a primeira a gravar um disco-tributo aos iniciantes Chico, Caetano e Gil, em 1968. Graças aos moderníssimos arranjos de Antonio Adolfo, César Camargo, José Briamonte, Rogério Duprat e Roberto Menescal, e as composições de Jorge Ben Jor, Marcos Valle, Adolfo, Chico, Menescal e tantos outros craques, pôde colocar sua voz macia a bordo de uma “bossa sexy” ímpar, criando um dos trabalhos mais sensuais dentre as cantoras do movimento bossanovista.
O livro relata ainda a fase em que Claudette se afastou do meio artístico, durante 14 anos, a partir de 1977. A volta aos palcos aconteceu em 1991, no show “Nova leitura”. A partir de então recuperou o tempo perdido, em sucessivos projetos e gravações.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Haydée Bittencourt tem biografia lançada pela Coleção Aplauso em Belo Horizonte
Atriz de técnica refinada, diretora detalhista, professora enérgica e profissional apaixonada pelo trabalho, Haydée passou por várias fases do teatro nacional e internacional. Lançamento pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, acontece nesta sexta-feira (1º de outubro), no Teatro Universitário da UFMG.Poucas pessoas podem dizer que conhecem e dominam tão bem as técnicas teatrais quanto Haydée Bittencourt. Apreciadora do repertório clássico, meticulosa e com longa experiência internacional, atuou e dirigiu inúmeras peças e ajudou na formação de atores de diferentes gerações. Para produzir “Haydée Bittencourt – O Esplendor do Teatro”, livro da Coleção Aplauso pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, o autor Gabriel Federicci pesquisou e analisou todo o acervo da atriz e diretora e conseguiu fazer com que ela abrisse seu extenso baú de memórias nas entrevistas pessoais. O resultado pode ser conferido a partir da próxima sexta-feira (1 de outubro), às 19 horas, com o lançamento da obra em Belo Horizonte, no Teatro Universitário da UFMG - Av. Antônio Carlos, 6627 - Pampulha.
Extremamente culta, polida, amável, foi a primeira atriz a interpretar Peter Pan no Brasil. Foi em 1948, no Teatro Escola de São Paulo. A partir daí sua carreira engrenou. Também lecionou na Escola de Arte Dramática, de Alfredo Mesquita. Participou de alguns contos e de alguns capítulos da primeira novela infantil da TV, Pollyana, pela Tupi. Depois, foi dirigida por Antunes Filho, no Teatro Arena. Por seu trabalho em “O Diário de Anne Frank”, com o mesmo diretor, foi convidada para participar do Grande Teatro Tupi, no Rio de Janeiro.
Uma de suas maiores alegrias profissionais foi o trabalho como diretora do Teatro Universitário da Universidade Federal de Belo Horizonte, onde dirigiu inúmeras peças – a idéia inicial era ficar apenas três anos na função “mas a paixão por esse trabalho e pelas pessoas com as quais eu estava envolvida foi tão grande, tão intensa, que a minha permanência estendeu-se por 25 anos”.
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Livro reúne desenhos do acervo pessoal de Marcelo Grassmann
Reconhecido principalmente por seu trabalho como gravurista, Grassmann revela ao público seu “caderno de desenhos”, com trabalhos escolhidos por ele e pela organizadora da obra, Lygia Eluf. Lançamento, pela Imprensa Oficial e Editora da Unicamp, está marcado para o dia 4 de outubro, na Casa das Rosas, em São Paulo.
Retratando quimeras, cavaleiros, donzelas medievais e personagens fantásticos, desde a década de 1950, o artista Marcello Grassmann é um dos maiores talentos da gravura no Brasil e seu trabalho ultrapassou fronteiras, tornando-se reconhecido em todo o mundo. Seu interesse por esse tipo de personagens vem desde a infância, a partir do universo das histórias em quadrinhos. Também reverenciado por sua atuação como desenhista, Grassmann abriu seu acervo pessoal, agora revelado em “Coleção Cadernos de Desenho”, publicação organizada por Lygia Eluf e que a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em parceria com a Editora da Unicamp, lança no dia 4 de outubro (segunda-feira), às 19 horas, na Casa das Rosas, em São Paulo – Av. Paulista, 37.
Os desenhos foram selecionados por Grassmann e Eluf. A primeira parte do livro, intitulada “Os grifos ao espelho”, é apresentada pelo professor do curso de história da arte na Unifesp, André Tavares. A segunda parte, “Obsessões”, tem apresentação de Paulo M. Kühl, professor de história da arte do Instituto de Artes da Unicamp. Um dos primeiros reconhecimentos conquistados por Grassmann foi o prêmio da categoria na Bienal Jovem de Paris em 1960. Entre os locais que frequentou e que moldaram sua formação estão a Academia Albertina e a Academia de Artes Aplicadas em Viena. No Brasil passou pelos ateliês de Poty Lazzarotto e Henrique Oswald. Vive atualmente em São Paulo.
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Centenário do Corinthians é comemorado em livro da Imprensa Oficial
Sócrates, Rivelino, Marcelinho Carioca, Neto e muitos outros craques e ídolos que fizeram e fazem a história de 100 anos do time do Parque São Jorge têm seus gols lembrados em ilustrações do arquiteto Silvio Sano. Obra será lançada no dia 28, no Museu do Futebol, em São Paulo.
“Corinthians 100 anos – Gols ilustrados” retrata uma maneira diferente alguns dos mais importantes gols do time que é mais que um time, é quase uma religião para milhões de “loucos”, “sofredores”, torcedores fervorosos e apaixonados. Desde o primeiro, em 1910, até o de número 10 mil, marcado por Dentinho em 2010, ano do centenário. A obra será lançada no dia 28 de setembro (terça-feira), às 19 horas, no Museu do Futebol, em São Paulo – Praça Charles Miller, S/N, Pacaembu.
O livro traz desenhos de muitos gols e também de algumas importantes defesas feitas por goleiros como Tuffy, Gylmar dos Santos Neves, Ronaldo, Dida e Felipe. As ilustrações e os textos que os contextualizam são assinados pelo arquiteto Silvio Sano, a partir de seu hobby de adolescência, e a edição da obra é da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.
“Corinthians 100 Ilustrado é um livro leve, lépido e solto, como os melhores atacantes que passaram pela história do clube. Descontraído como uma pelada de rua, jogada com bola de meia e pés descalços, e lúdico como um jogo de futebol de botão, jogado com o avô no quintal de casa”, afirma Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial, na apresentação da obra.
“Corinthians 100 anos – Gols ilustrados” retrata uma maneira diferente alguns dos mais importantes gols do time que é mais que um time, é quase uma religião para milhões de “loucos”, “sofredores”, torcedores fervorosos e apaixonados. Desde o primeiro, em 1910, até o de número 10 mil, marcado por Dentinho em 2010, ano do centenário. A obra será lançada no dia 28 de setembro (terça-feira), às 19 horas, no Museu do Futebol, em São Paulo – Praça Charles Miller, S/N, Pacaembu.
O livro traz desenhos de muitos gols e também de algumas importantes defesas feitas por goleiros como Tuffy, Gylmar dos Santos Neves, Ronaldo, Dida e Felipe. As ilustrações e os textos que os contextualizam são assinados pelo arquiteto Silvio Sano, a partir de seu hobby de adolescência, e a edição da obra é da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.
“Corinthians 100 Ilustrado é um livro leve, lépido e solto, como os melhores atacantes que passaram pela história do clube. Descontraído como uma pelada de rua, jogada com bola de meia e pés descalços, e lúdico como um jogo de futebol de botão, jogado com o avô no quintal de casa”, afirma Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial, na apresentação da obra.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Livro esclarece o avanço dos direitos das crianças e dos adolescentes
Direito ao Futuro - Desafios para a efetivação dos direitos das crianças e dos adolescentes” elata a história da conquista desses direitos no Brasil e traduz a linguagem jurídica da legislação em vigor. Obra será lançada pela Imprensa Oficial no dia 29 de setembro (quarta-feira), na Livraria Cultura do Conjunto Nacional
No ano em que o Brasil comemora 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), dois juristas contam em livro a evolução da legislação ao longo da história do país, os avanços, os desafios e os tratados internacionais sobre o tema. Em “Direito ao Futuro - Desafios para a efetivação dos direitos das crianças e dos adolescentes”, Rubens Naves e Carolina Gazoni esclarecem as normas em vigor e apresentam os princípios, direitos e deveres que, segundo a lei, devem nortear seus atos e cuidados no trato com os mais jovens. Editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, o livro será lançado no dia 29 de setembro (quarta-feira), às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073.
Na obra, os autores destacam o “Plano Presidente Amigo da Criança”, projeto criado com o objetivo de acompanhar de perto as políticas públicas implementadas pelo governo na área da infância e juventude. Os principais candidatos à presidência do Brasil assinaram recentemente o “Termo de Compromisso Presidente Amigo da Criança”, da Fundação Abrinq. Pelo documento, o eleito tem o compromisso de cumprir metas e estabelecer prioridades para melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes.
Segundo Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial, “esta obra é fundamental para compreender a evolução dos direitos dos jovens no Brasil e mostrar os problemas que ainda existem. Falta percorrer um enorme caminho para o pleno respeito a esses direitos básicos”.
No ano em que o Brasil comemora 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), dois juristas contam em livro a evolução da legislação ao longo da história do país, os avanços, os desafios e os tratados internacionais sobre o tema. Em “Direito ao Futuro - Desafios para a efetivação dos direitos das crianças e dos adolescentes”, Rubens Naves e Carolina Gazoni esclarecem as normas em vigor e apresentam os princípios, direitos e deveres que, segundo a lei, devem nortear seus atos e cuidados no trato com os mais jovens. Editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, o livro será lançado no dia 29 de setembro (quarta-feira), às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073.
Na obra, os autores destacam o “Plano Presidente Amigo da Criança”, projeto criado com o objetivo de acompanhar de perto as políticas públicas implementadas pelo governo na área da infância e juventude. Os principais candidatos à presidência do Brasil assinaram recentemente o “Termo de Compromisso Presidente Amigo da Criança”, da Fundação Abrinq. Pelo documento, o eleito tem o compromisso de cumprir metas e estabelecer prioridades para melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes.
Segundo Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial, “esta obra é fundamental para compreender a evolução dos direitos dos jovens no Brasil e mostrar os problemas que ainda existem. Falta percorrer um enorme caminho para o pleno respeito a esses direitos básicos”.
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terça-feira, 14 de setembro de 2010
Livro registra a história da Louça Paulista
Focada no período entre 1913 e 1940, obra conta a trajetória de doze fábricas de louças instaladas em São Paulo a partir do início do século XX. Noite de autógrafos acontece no dia 20 de setembro (segunda-feira), a partir das 19 horas, na Casa das Rosas.
Com mais de 200 imagens de jarras, pratos, vasos, molheiras, pires e outros objetos, além de fotos raras de indústrias do início do século XX e de documentos, “Louça Paulista – As fábricas de faiança e porcelana de São Paulo” faz um passeio histórico pela produção de louças no estado, a partir da instalação das primeiras indústrias na capital e em cidades do entorno, como Mauá e São Caetano. Escrito por José Hermes Martins Pereira e editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em parceria com a Edusp e o Museu Paulista da Universidade de São Paulo, o livro terá noite de autógrafos na próxima segunda-feira (20 de setembro), às 19 horas, na Casa das Rosas, em São Paulo – Av. Paulista, 37.
A obra resgata a história de 12 fábricas produtoras de louças de pó-de-pedra instaladas na cidade de São Paulo, principalmente nos bairros de Vila Prudente, Lapa, Água Branca e Belenzinho, além de Mauá e em São Caetano. O livro é resultado de um estudo realizado por José Hermes, entre 2002 e 2003, quando fazia parte do Grupo de Estudos de Faianças e Porcelanas, do Serviço de Objetos do Museu Paulista.
Com mais de 200 imagens de jarras, pratos, vasos, molheiras, pires e outros objetos, além de fotos raras de indústrias do início do século XX e de documentos, “Louça Paulista – As fábricas de faiança e porcelana de São Paulo” faz um passeio histórico pela produção de louças no estado, a partir da instalação das primeiras indústrias na capital e em cidades do entorno, como Mauá e São Caetano. Escrito por José Hermes Martins Pereira e editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em parceria com a Edusp e o Museu Paulista da Universidade de São Paulo, o livro terá noite de autógrafos na próxima segunda-feira (20 de setembro), às 19 horas, na Casa das Rosas, em São Paulo – Av. Paulista, 37.
A obra resgata a história de 12 fábricas produtoras de louças de pó-de-pedra instaladas na cidade de São Paulo, principalmente nos bairros de Vila Prudente, Lapa, Água Branca e Belenzinho, além de Mauá e em São Caetano. O livro é resultado de um estudo realizado por José Hermes, entre 2002 e 2003, quando fazia parte do Grupo de Estudos de Faianças e Porcelanas, do Serviço de Objetos do Museu Paulista.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Imprensa Oficial de São Paulo e Instituto Moreira Salles lançam, no Rio de Janeiro, obra com partituras inéditas de Pixinguinha
A obra retrata uma das facetas pouco conhecidas do compositor e instrumentista Pixinguinha, a de arranjador genial. Entre as décadas de 1940 e 1950 ele trabalhou como diretor musical do programa “O Pessoal da Velha Guarda”, transmitido pela Rádio Tupi e apresentado por Almirante. O programa evocava o rico cenário musical do final do século XIX e início do século XX, período em que se construiu a identidade da música popular brasileira.
A noite de lançamento será marcada pela apresentação da Orquestra Pixinguinha na Pauta, comandada por Pedro Aragão, com participação especial do cantor Pedro Miranda, que também será o apresentador da noite.
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Pagu na Bienal
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
A receita da juventude, segundo Pagu
Lúcia Teixeira Furlani fala aos jovens durante a FlipZona, em Paraty
Eles chegaram sem saber quem era Pagu. Poucos levantaram a mão quando a professora e escritora Lúcia Maria Teixeira Furlani, autora da fotobiografia Viva Pagu, da Imprensa Oficial e Editora Unisanta, perguntou quem conhecia a famosa musa do Movimento Modernista. Depois de uma hora, música, vídeos e uma conversa bem informal esses jovens de Paraty e outros lugares, na faixa dos 12 aos 17 anos, saíram do espaço da Flipzona conhecendo várias faces de Patrícia Galvão.
Falar da centenária Pagu para jovens não é uma tarefa fácil. Mas Lúcia Maria estuda há 22 anos a vida da autora e sabe exatamente o que destacar. Para começar, um documentário sobre Patrícia. Depois, todos cantando com ela a música "Pagu". O terceiro passo foi alternar fala com um documentário em três atos traçando a trajetória fascinante de Patrícia.
De cara, Lúcia disse que Pagu não tem idade, da mesma forma que muitos naquele lugar: "Pessoas que acreditam, que assumem suas paixões e suas angústias, que buscam seus sonhos, não envelhecem. A maturidade não se conta pela idade, mas pela intensidade dos sentimentos, como Pagu. Ela não parou de se revelar por toda sua vida. Era uma mulher do século passado que hoje seria moderna se estivesse viva".
Para que os jovens conheçam mais sobre Pagu, Lúcia Maria também indicou o twitter (@100anosdepagu), o blog e o site www.pagu.com.br. No final da palestra, Lúcia lembrou o ator e autor Plínio Marcos, que conviveu com Patrícia Galvão, em Santos, e que recebeu dela duras críticas em um texto. Ele disse que depois dali foi estudar e cresceu profissionalmente e que por isso, para ele, elogios e críticas ficaram muito relativos. "Para Plínio, Patrícia era um anjo anárquico que veio para nos inquietar". Quase no final, Lúcia lembrou que a nossa sociedade ainda sofre com a violência e a falta de fraternidade e liberdade, problemas que tanto incomodavam Pagu. Mas em alto astral terminou com vários vivas a Pagu. Para Pagu e para ela, que foi muito aplaudida nesta programação da FLIP voltada para jovens.
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