Documento enviado à Comissão rebate a fórmula de cálculo da CNAP, que desconsidera as diferenças entre os portos brasileiros, a infraestrutura e os investimentos feitos pelas entidades de praticagem. Confirma ainda que redução do preço não será repassada ao frete e só vai beneficiar os armadores internacionais.
A Praticagem de São Paulo encaminhou nesta quinta-feira, dia 30, à Comissão Nacional de Assuntos da Praticagem (CNAP), documento em que contesta a regulação do preço da atividade imposta pela CNAP e submetida à consulta pública.
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